Agências de introdução

Desde a criação de um cartão de visita até um site para sua empresa, a Spacers conecta você com agências e freelancers de publicidade para criarem o material que precisa. Publicar um trabalho. Produtos e serviços. ... Podemos explorar até umas duas ou três linhas de introdução. Read More » July 8, 2020 1 Comment Introdução. A realização deste trabalho acerca de agências de viagens vai ser baseada na focalização da agência Abreu. Irão ser focados diversos pontos importantes tais como a sua história, o tipo de ofertas da empresa, estudos de viabilidade da empresa, as suas estratégias e uma completa análise swot. Agora, vamos pensar na função e no que você deve fazer na sua introdução:. Contextualize o leitor: Afinal, de um mesmo título você pode fazer diversas abordagens a respeito de um assunto.Por isso, a introdução é um ótimo lugar para contextualizar o leitor sobre qual o caminho que você pretende seguir ao longo do texto. O BEHAVIORISMO RADICAL E AS AGÊNCIAS DE CONTROLE INTRODUÇÃO Um dos conceitos no livro 'Ciência e Comportamento Humano', de Skinner (1981), é o controle. Ele trata, neste livro, do controle exercido pela sociedade como um todo, de instituições políticas e religiosas, e da possibilidade de diversificar as agências de controle, e Main Agências de Viagens e Turismo. Práticas de Mercado. Agências de Viagens e Turismo. Práticas de Mercado Claudia Astorino, Debora Braga and Marcela Candioto (Auth.) Year: 2007. Language: portuguese. Pages: 268. ISBN 13: 978-85-352-2326-2. File: PDF, 6.07 MB. Preview. Send-to-Kindle or Email . Agências de Notícias: perspectivas contemporâneas brasileiras. Trata-se de uma obra que reúne artigos inéditos de vários pesquisadores, brasileiros e estrangeiros, que se dedicam a estudar o fenômeno do fluxo mundial de notícias nos últimos anos, sobretudo a partir da introdução da (Pedro Aguiar – extraído da Apostila de Jornalismo de Agências, disciplina ministrada no IACS/UFF em 2015 – ainda inédito) Provavelmente, existe uma definição diferente sobre agências de notícias para cada livro ou texto que tenha sido escrito sobre o tema. Às vezes, nem um mesmo autor usa a mesma explicação em dois textos que tenha escrito. RAP Rio de Janeiro 40(4):523-43, Jul./Ago. 2006 Regulação no Brasil: desenho das agências e formas de controle* Regina Silvia Pacheco** SUMÁRIO: 1. Introdução; 2. 1.6. Existem três tipos de agências: as agências descentralizadas, as agências de execução e os outros organismos. São descritas em seguida as principais características de cada uma. O número de agências aumentou ao longo dos anos e atingiu 41 em 2017, tal como indicado na caixa 1.1. 9 Agências de desenvolvimento local em perspectiva e o caso de São Paulo 16 ... 1 Introdução Os gestores públicos têm como missão primordial, dentre os inúmeros desafios que permeiam a profissão, fomentar, lato sensu, um determinado território e/ou região para que as pessoas pos-

Teorias de Fortnite-Pt 1-Midas está vivo??

2020.07.13 00:16 Azevedooo17 Teorias de Fortnite-Pt 1-Midas está vivo??

 Como todos que estiveram na temporada 2 do capítulo 2,poucos dias antes de lançar a temporada 3 teve um evento ao vivo,"O DISPOSITIVO",no qual mostrava o plano do Midas para acabar com a tempestade,durante o evento,a agência foi destruida e a tempestade,foi contida,porém,o que veio a seguir foi impressionante. Jonesy demite midas,por ele ter causado a nova "tempestade",que causou o alagamento do mapa e o surgimento dos saqueadores,tubarões e novos pontos denominados,na introdução do capítulo 3,podemos ver que o Miausculo,esquiando em um tubarão,que devora o midas. Muitos acreditam que midas morreu,porém eu tenho uma teoria que começa com o novo cogumelo mítico de ouro,muito raro de encontrar no jogo,midas é o ÚNICO que consegue transformar as coisas em outo apenas tocando nelas,então isso pode ser uma prova que midas está vivo,e o que ele está fazendo? Eu creio que ele está escondido no barco fantasma com a TNTina,planejando vingança por sua demissão. 
A TEORIA NÃO É OFICIAL NEM COMOROVADA,ELA PODE ESTAR TANDO CERTA QUANTO ERRADA
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2019.09.23 15:24 timoteomg A hora de um Green New Deal brasileiro?

Texto do site JOTA.
Link: https://www.jota.info/opiniao-e-analise/artigos/a-hora-de-um-green-new-deal-brasileiro-22092019

Às vésperas da 74ª Assembleia Geral da ONU, em cuja edição estão previstas discussões acaloradas, inclusive sendo esperada uma “Global Climate Strike” ou Greve Geral do Clima, um dos temas a serem tratados será a proposta da deputada democrata americana Alexandria Ocasio-Cortez e do senador Edward John Markey, apresentada em fevereiro deste ano à Câmara dos Representantes e ao Senado norte-americanos1, trata-se do chamado “Green New Deal”.
Além de ser objeto do recém-lançado livro da autora best-seller canadense Naomi KleinOn Fire: The (Burning) Case for Green New Deal2 -, a expressão Green New Deal foi utilizada primeiramente em 2007 pelo jornalista do New York Times Thomas Loren Friedman, inclusive Barack Obama tentou emplacá-lo, ao seu modo, a partir de subsídios em política energética em 2008. Contudo, sem sucesso.
É com vistas à década de 1930, em que o presidente Franklin Delano Roosevelt implementou nos Estados Unidos uma reativação estrutural da economia norte-americana pós-crise de 1929, entre o governo e a agricultura, indústria e transporte, às vésperas da Segunda Guerra Mundial, que uma aliança do Partido Democrata propôs e vem mantendo tratativas com o Parlamento americano, a fim de um novo pacto político-econômico para a atualidade.
Um novo movimento político abrangente, na busca por melhor estruturar a política, a economia e o direito frente ao desafio das mudanças climáticas, este que se soma ao horizonte rumoroso de mais uma crise econômica mundial3, cujo efeito é a preocupante escalada da desigualdade.
O movimento possui muitas semelhanças úteis à situação da política e da economia brasileiras. Dispensável enumerar os recentes motivos socioambientais para a sua aplicação em terras brasileiras, haja vista a incontestável crise na Amazônia, cujas repercussões não cessam4, com direito à capa de alerta na The Economist, maior revista de economia do planeta.
Ousadas e, ao menos, coerentes com os fatos, as propostas trazem pontos que podem ser objeto de reflexões, não só para a política ambiental brasileira, mas também para a própria crise econômica em que permanece o Brasil, agravada pelos recentes números de uma verdadeira “escalada da desigualdade”, divulgados pela FGV5.
O Green New Deal norte-americano agora é intermediado pelo Senador e candidato às eleições presidenciais americanas de 2020, Bernie Sanders, e fundamenta-se em relatórios do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas e também em estudos6, os quais apontam que, só aos Estados Unidos, até o ano de 2100, a elevação do nível dos mares custará cerca de US$ 141 Bilhões.
Dentre as suas metas7, propõem-se:
Reconfiguração de objetivos econômicos, com a introdução governamental subsidiada de uma política de descarbonização da economia (redução de combustíveis fósseis e ampliação das energias limpas renováveis até 2030);
Implementação de transportes não poluentes, com investimentos em energia eólica, térmica e geotérmica;
Investimento e geração de emprego por meio de indústria sustentável (bioeconomia e energias limpas);
Novas leis para a mudança climática e empoderamento orçamentário às Agências de Proteção Ambiental;
Concertação das causas do descumprimento das metas do Acordo de Paris da ONU;
Incentivo à pesquisa de tecnologias verdes e sustentáveis (por meio de um Programa Nacional de Reciclagem, para eficiência energética e tecnologias para novas fontes de renda);
Subsídio e apoio à agricultura e ao agronegócio sustentável, para que protejam os ecossistemas essenciais (agroecologia em maior escala);
Regulação de atividades impactantes e que geram injustiças ambientais (criação de fundos para resiliência dos afetados pela crise climática);
Política severa de prevenção a desastres naturais;
Introdução de relatório anual do clima, para a valoração dos riscos ambientais nos investimentos públicos e privados e na bolsa de valores (fomento ao Compliance Ambiental);
Tributação em produtos com elevada pegada de carbono (com o incentivo aos baseados em matérias-primas sustentáveis e de energia limpa renovável);
Implementação e subsídios a cidades sustentáveis, com equidade de acesso a recursos naturais;
Cumprimento abrangente das normas e leis ambientais, com a responsabilização efetiva por danos ambientais e humanos.
Todas as aludidas metas, segundo a proposta, com custos subsidiados, aliados a retornos a médio e longo prazo.
Mesmo que arrepie muitos céticos públicos e privados, a ideia remete a uma indiscutível situação em que está o Brasil, que derrapa ainda em crescimento econômico tímido, com uma desigualdade socioeconômica recorde, condições que se juntam a uma crise ambiental retratada pelo mundo, marcada por desastres estruturais e humanos como em Mariana e Brumadinho.
Como visto, as possibilidades de um New Deal Verde para o Brasil passam indiscutivelmente por um movimento político, legislativo e jurídico amplo (não impossível) e que inclui a sociedade civil e todos os atores econômicos, por se tratar de um plano a estimular novo modo à economia brasileira, respeitando a biodiversidade e reduzindo os impactos que aceleram as mudanças climáticas, gerando novos modelos econômicos, sem dispensar o combate à desigualdade e às injustiças ambientais.
O momento de protagonismo por que passa o Congresso brasileiro poderá ser a oportunidade para discussão de um New Deal Verde, e a Constituição Federal de 1988, por seu art. 225, é dirigente nesse sentido, pois privilegia um desenvolvimento sustentável que considere presentes e futuras gerações, sem distanciar-se da ordem econômica de seu art. 170.
Em um país como o Brasil, de riqueza natural imensurável, de reservas significativas de fontes de energias renováveis e de um bioma Amazônico pungente, porém ilegalmente explorado, nada deveria impedir a introdução da séria ideia do New Deal Verde, pois são os seus objetivos especiais que estão na rota da crise brasileira, quais sejam: desigualdade e crises econômica e ambiental.
Emerge momento de reinvenção política, econômica e jurídica, do anseio por uma utopia política crítica e atenta ao rumo da humanidade e do planeta. Por que não a hora de um Green New Deal brasileiro?
——————————
1 “What Is the Green New Deal? A Climate Proposal, Explained”. Disponível em: https://www.nytimes.com/2019/02/21/climate/green-new-deal-questions-answers.html Acesso em 16/09/2019.
2 New York: Simon e Schuster, 2019.
3 “Temor de crise global derruba Bolsas, e BC vende reservas para frear o dólar”. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.bmercado/2019/08/temor-de-crise-global-derruba-bolsas-e-bc-vende-reservas-para-frear-o-dolar.shtml Acesso em: 16/09/2019.
4 “Multinacionais já reagem contra queimadas na Amazônia”. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.bmercado/2019/09/multinacionais-ja-reagem-contra-queimadas-na-amazonia.shtml Acesso em 16/09/2019.
5 “Alta da desigualdade chega a 17 trimestres consecutivos, aponta FGV social” Disponível em: https://cps.fgv.bdestaques/alta-da-desigualdade-chega-17-trimestres-consecutivos-aponta-fgv-social Acesso em 16/09/2019.
6 “FOURTH NATIONAL CLIMATE ASSESSMENT – Volume II: Impacts, Risks, and Adaptation in the United States – The National Climate Assessment (NCA) assesses the science of climate change and variability and its impacts across the United States, now and throughout this century”. Disponível em: https://nca2018.globalchange.gov/ Acesso em: 16/09/2019.
7 “The Green New Deal”. Disponível em: https://berniesanders.com/issues/the-green-new-deal/ Acesso em 16/09/2019.
BRUNO TEIXEIRA PEIXOTO – Advogado, Pós-graduando em Direito Ambiental e Urbanístico (Complexo de Ensino Superior de Santa Catarina/CESUSC). Pesquisador membro do Harmony with Nature Knowledge Network Experts da ONU.
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2019.09.10 02:02 O-Pensador Contra a Propriedade Intelectual!

Por: Kevin Carson
Trecho extraído do “O Punho e ferro por trás da mão invisível“
O privilégio das patentes tem sido usado em larga escala para promover a concentração do capital, erguer barreiras de entrada no mercado e manter o monopólio sobre tecnologias avançadas nas mãos de corporações ocidentais. É até difícil imaginar quão mais descentralizada a economia seria sem ele. O libertário de direita Murray Rothbard considerava as patentes uma violação fundamental dos princípios de livre mercado:
O homem que não comprou uma máquina e que é capaz de fazer a mesma invenção de maneira independente, num livre mercado, terá o direito de usar e vender sua invenção. As patentes evitam que alguém use sua própria invenção, muito embora todas as propriedades envolvidas em sua criação sejam da pessoa e ela não tenha roubado sua invenção, explícita ou implicitamente, do primeiro inventor. As patentes, portanto, são concessões de privilégios monopolistas exclusivos do estado e são invasões dos direitos de propriedade do mercado.
As patentes fazem uma diferença astronômica no preço final. Até o começo dos anos 1970, por exemplo, a Itália não reconhecia patentes de medicamentos. Como resultado, a Roche cobrava um preço do sistema de saúde britânico mais de 40 vezes maior que o cobrado por concorrentes na Itália por componentes patenteados das drogas Librium e Valium.
As patentes suprimem a inovação na mesma medida em que a estimulam. Chakravarthi Raghavan observou que os pesquisadores que de fato trabalham nas invenções devem abrir mão de seus direitos de patente como condição de trabalho, enquanto patentes e programas de segurança industrial evitam o compartilhamento da informação e suprimem a concorrência no melhoramento de invenções patenteadas.
Rothbard, da mesma forma, argumentava que as patentes eliminam “o incentivo concorrencial para maiores pesquisas”, porque inovações incrementais que se baseiam nas patentes de outras pessoas é proibida e porque o detentor delas pode “se descansar sobre os louros de seu sucesso por todo o período da patente”, sem temer a melhoria de sua invenção. E elas impedem o progresso técnico, porque “invenções mecânicas são descobertas das leis da natureza e não criações individuais, portanto invenções similares acontecem a todo momento. A simultaneidade de invenções é um fato histórico comum”.
O regime de propriedade intelectual estabelecido pela Rodada do Uruguai do GATT (sigla em inglês para Acordo Geral de Tarifas e Comércio) vai muito além das tradicionais legislações de patentes na supressão das inovações. Um dos benefícios das leis tradicionais de patentes, ao menos, era que elas requeriam que as patentes fossem publicadas. Por pressão dos Estados Unidos, contudo, “segredos industriais” foram incluídos no acordo. Assim, os governos terão que prestar apoio na supressão de informações que nem mesmo estão formalmente protegidas pelas patentes.
E as patentes não são necessárias como incentivos para inovar. De acordo com Rothbard, as invenções sempre dão vantagens competitivas ao primeiro desenvolvedor de uma ideia. Esse ponto de vista tem suporte no depoimento à Comissão Federal do Comércio dos EUA de F. M. Scherer.
Scherer citava uma pesquisa que abrangia 91 empresas segundo a qual apenas sete delas “davam alto valor à proteção de suas patentes como fator em seus investimentos em pesquisa e desenvolvimento”. A maior parte delas considerava as patentes como “a menor de suas considerações”. Sua maior motivação em decisões de P&D era “a necessidade de permanecer competitivas, o desejo de produzir de maneira mais eficiente e o desejo de expandir e diversificar suas vendas”. Em outro estudo, Scherer não encontrou qualquer efeito negativo sobre os gastos em P&D resultantes do licenciamento compulsório de patentes. Uma pesquisa com firmas americanas observou que 86% de todas as invenções teriam sido desenvolvidas sem patentes. No caso de automóveis, equipamentos de escritório, produtos de borracha e têxteis, a taxa era de 100%.
A única exceção era no caso dos medicamentos. Sessenta por cento deles teoricamente não teriam sido desenvolvidos. Suspeito de certa dissimulação por parte dos respondentes, porém. Em primeiro lugar, as empresas farmacêuticas recebem uma porção desproporcional de seu financiamento de P&D do governo e muitos de seus produtos mais lucrativos foram desenvolvidos inteiramente às custas do estado. E o próprio Scherer forneceu evidência em contrário. As vantagens de reputação por ser o primeiro a introduzir uma droga no mercado são consideráveis. Por exemplo, no final dos anos 1970, a estrutura da indústria e os padrões de precificação eram muito similares entre drogas com patentes e aquelas sem patentes. A introdução no mercado de uma droga não-patenteada permitia que uma dada empresa mantivesse uma fatia de mercado de 30% e que cobrasse preços mais altos.
A injustiça dos monopólios de patentes é exacerbada pelo financiamento estatal à pesquisa e inovação, que beneficia a indústria privada com lucros monopolísticos advindos de tecnologias que não gastaram um centavo para desenvolver. Em 1999, a extensão dos créditos corporativos para pesquisas e experimentos e as extensões de outras isenções de impostos corporativos eram consideradas as pautas mais urgentes das lideranças no Congresso dos EUA. De acordo com relatório da organização Citizens for Tax Justice (em português, “Cidadãos pela Justiça Tributária”), o deputado Dennis Hastert, quando perguntado qualquer um dos pontos do projeto de lei era essencial, disse: “Acredito que as isenções preferenciais sejam algo em que teremos que trabalhar”. O líder do Comitê Orçamentário do Congresso Bill Archer acrescentou:
“[Até] o final do ano (…) faremos as isenções fiscais em um projeto de lei que não inclua nenhum outro ponto”. Uma extensão de cinco anos sobre a isenção para pesquisas e experimentos (retroativa a 1º de julho de 1999) tinha projeção de custos de US$ 13,1 bi (esse crédito torna os impostos efetivos sobre P&D efetivamente nulos). A Lei Governamental de Política de Patentes de 1980 (em inglês, Government Patent Policy Act of 1980), com suas emendas de 1984 e 1986, permitiu que a indústria privada mantivesse as patentes sobre produtos desenvolvidos com dinheiro estatal — e então cobrasse dez, vinte ou quarenta vezes mais que o custo de produção. Por exemplo, o AZT foi desenvolvido com dinheiro estatal e estava no domínio público desde 1964. Sua patente foi concedida à Burroughs Wellcome Corp.
Como se não fosse o bastante, as companhias farmacêuticas em 1999 fizeram lobby sobre o Congresso para estender determinadas patentes em dois anos através de uma lei especial privada.
As patentes têm sido usadas ao longo do século 20 para “driblar as leis antitruste”, de acordo com David Noble. Elas são “compradas em grandes números para suprimir a concorrência”, o que também resultou “na supressão das próprias invenções”.
As patentes desempenharam um papel fundamental na formação das indústrias de eletrodomésticos, de comunicações e de química. A GE e a Westinghouse se expandiram a ponto de dominar a manufatura elétrica na virada do século 19 para o 20 basicamente através do controle de patentes. Em 1906, reduziram seus litígios com o compartilhamento de suas patentes. A AT&T também se expandiu “essencialmente através de estratégias de monopólio sobre patentes”. A indústria americana de químicos era pouco importante até 1917, quando o Advogado Geral Mitchell Palmer confiscou as patentes alemãs e as distribuiu entre grandes empresas de químicos americanas. A DuPont conseguiu licenças sobre 300 das 735 patentes tomadas.
As patentes estão também sendo utilizadas em escala global para conceder às corporações transnacionais um monopólio permanente sobre as tecnologias produtivas. As cláusulas mais totalitárias da Rodada do Uruguai provavelmente dizem respeito à “propriedade intelectual”. O GATT estendeu tanto o escopo quanto a duração das patentes muito além do que se pretendia originalmente por suas leis.
Na Inglaterra, aspatentes tinham originalmente duração de 14 anos — tempo necessário para treinar dois aprendizes sucessivamente (e, por analogia, o tempo necessário para introduzir o produto no mercado e lucrar a partir de sua originalidade). Por esse parâmetro, dados os períodos mais curtos de treinamento requeridos atualmente e as vidas úteis mais curtas de várias tecnologias, o período de monopólio deveria ser mais curto. No entanto, os Estados Unidos buscam expandi-lo a cinquenta anos.
De acordo com Martin Khor Kok Peng, os EUA são os participantes mais absolutistas da Rodada do Uruguai em relação à “propriedade intelectual”, ao contrário da Comunidade Europeia, e pretendiam estender suas provisões a processos biológicos, para proteção de animais e plantas.
As provisões para biotecnologia são efetivamente uma maneira de aumentar as barreiras ao comércio, forçando os consumidores a subsidiar as corporações transnacionais do agronegócio. Os EUA pretendem aplicar patentes a organismos geneticamente modificados, o que na prática pirateia o trabalho de várias gerações de reprodutores do Terceiro Mundo, isolando os genes benéficos de variedades tradicionais e incorporandoas em novos organismos geneticamente modificados — e talvez forçando a aplicação dos direitos de patente sobre as variedades tradicionais, que foram as fontes de material genético. Por exemplo, a Monsanto já tentou utilizar a presença do DNA das variedades desenvolvidas por elas em uma lavoura como prova prima facie de pirataria — quando é muito mais provável que sua variedade tenha polinizado e contaminado a lavoura do fazendeiro em questão contra a sua vontade. A agência Pinkerton desempenha um grande papel na investigação desses casos — os mesmos sujeitos que estavam ocupados dispersando greves e jogando seus organizadores escada abaixo no século passado. Até mesmo criminosos desse naipe têm que diversificar seus negócios para sobreviver na economia global. O mundo desenvolvido tem feito grandes pressões para proteger as indústrias que dependem ou produzem “tecnologias genéricas” e para restringir a difusão de tecnologias de “uso dual”. O acordo EUA-Japão sobre semicondutores, por exemplo, é um “acordo de comércio controlado, de cartel”.
São assim os acordos de “livre comércio”. A legislação de patentes tradicionalmente exigia que o detentor trabalhasse na invenção em determinado país para receber proteção. A legislação do Reino Unido permitia o licenciamento compulsório após três anos se uma invenção não estava sendo trabalhada parcial ou totalmente e se sua demanda fosse atendida “substancialmente” pela importação; ou quando o mercado exportador não estivesse sendo atendido por conta da recusa do detentor da patente em conceder licenças em termos razoáveis.
A motivação central para o estabelecimento do regime de propriedade intelectual do GATT, entretanto, é proteger permanentemente o monopólio coletivo de patentes para as corporações transnacionais, impedindo o surgimento de concorrentes independentes no Terceiro Mundo. Como afirma Martin Khor Kok Peng, esse sistema “efetivamente impediria a difusão de tecnologias para o Terceiro Mundo e aumentaria tremendamente os royalties monopolísticos das corporações transnacionais, freando ao mesmo tempo o desenvolvimento próprio de tecnologias por esses países”. Apenas um por cento das patentes no mundo são detidas pelo Terceiro Mundo. Das patentes concedidas nos anos 1970 por países do Terceiro Mundo, 84% foram para estrangeiros. Delas, menos de 5% foram de fato usadas na produção. Como vimos, o propósito das patentes não é necessariamente serem utilizadas, mas evitar que outros as utilizem.
Raghavan resumiu perfeitamente os efeitos das patentes sobre o Terceiro Mundo: Dados os gigantescos gastos em P&D e investimentos, além do curto ciclo de vida de alguns desses produtos, algumas nações industriais tentam impedir a emergência da competição pelo controle (…) dos fluxos de tecnologia para outros países. A Rodada do Uruguai está sendo usada para criar monopólios de exportação para os produtos dos países industriais e para bloquear ou refrear o crescimento de concorrentes, particularmente em países que estão se industrializando no Terceiro Mundo. Ao mesmo tempo, as tecnologias de indústrias antigas do norte estão sendo exportadas para o sul de forma que garantam lucros a rentistas.
Os propagandistas das corporações repetidamente denunciam os antiglobalistas como se fossem inimigos do Terceiro Mundo, que buscam utilizar as barreiras comerciais para manter sua riqueza ocidental às custas dos países mais pobres. As medidas mencionadas — barreiras comerciais — que buscam suprimir permanentemente as tecnologias do Terceiro Mundo e manter o sul como uma enorme fonte de trabalhadores baratos mostram como são mentirosas essas preocupações “humanitárias”.
Não se trata de um caso de opiniões divergentes ou de entendimentos sinceramente enganados sobre os fatos. Ignorando falsas sutilezas, o que vemos aqui é uma maquinação puramente maligna — a bota que Orwell mencionava que “pisaria num rosto humano para sempre”. Se qualquer um dos arquitetos desta política realmente acredita que ela exista em prol do bem estar geral, isso só mostra a impressionante capacidade que a ideologia tem de justificar a opressão para o próprio opressor e permitir que ele durma tranquilo durante a noite.
O Inimigo do Rei
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2019.08.10 22:27 O-Pensador Contra a propriedade intelectual!

Por: Kevin Carson
Trecho extraído do “O Punho e ferro por trás da mão invisível“
O privilégio das patentes tem sido usado em larga escala para promover a concentração do capital, erguer barreiras de entrada no mercado e manter o monopólio sobre tecnologias avançadas nas mãos de corporações ocidentais. É até difícil imaginar quão mais descentralizada a economia seria sem ele. O libertário de direita Murray Rothbard considerava as patentes uma violação fundamental dos princípios de livre mercado:
O homem que não comprou uma máquina e que é capaz de fazer a mesma invenção de maneira independente, num livre mercado, terá o direito de usar e vender sua invenção. As patentes evitam que alguém use sua própria invenção, muito embora todas as propriedades envolvidas em sua criação sejam da pessoa e ela não tenha roubado sua invenção, explícita ou implicitamente, do primeiro inventor. As patentes, portanto, são concessões de privilégios monopolistas exclusivos do estado e são invasões dos direitos de propriedade do mercado.
As patentes fazem uma diferença astronômica no preço final. Até o começo dos anos 1970, por exemplo, a Itália não reconhecia patentes de medicamentos. Como resultado, a Roche cobrava um preço do sistema de saúde britânico mais de 40 vezes maior que o cobrado por concorrentes na Itália por componentes patenteados das drogas Librium e Valium.
As patentes suprimem a inovação na mesma medida em que a estimulam. Chakravarthi Raghavan observou que os pesquisadores que de fato trabalham nas invenções devem abrir mão de seus direitos de patente como condição de trabalho, enquanto patentes e programas de segurança industrial evitam o compartilhamento da informação e suprimem a concorrência no melhoramento de invenções patenteadas.
Rothbard, da mesma forma, argumentava que as patentes eliminam “o incentivo concorrencial para maiores pesquisas”, porque inovações incrementais que se baseiam nas patentes de outras pessoas é proibida e porque o detentor delas pode “se descansar sobre os louros de seu sucesso por todo o período da patente”, sem temer a melhoria de sua invenção. E elas impedem o progresso técnico, porque “invenções mecânicas são descobertas das leis da natureza e não criações individuais, portanto invenções similares acontecem a todo momento. A simultaneidade de invenções é um fato histórico comum”.
O regime de propriedade intelectual estabelecido pela Rodada do Uruguai do GATT (sigla em inglês para Acordo Geral de Tarifas e Comércio) vai muito além das tradicionais legislações de patentes na supressão das inovações. Um dos benefícios das leis tradicionais de patentes, ao menos, era que elas requeriam que as patentes fossem publicadas. Por pressão dos Estados Unidos, contudo, “segredos industriais” foram incluídos no acordo. Assim, os governos terão que prestar apoio na supressão de informações que nem mesmo estão formalmente protegidas pelas patentes.
E as patentes não são necessárias como incentivos para inovar. De acordo com Rothbard, as invenções sempre dão vantagens competitivas ao primeiro desenvolvedor de uma ideia. Esse ponto de vista tem suporte no depoimento à Comissão Federal do Comércio dos EUA de F. M. Scherer.
Scherer citava uma pesquisa que abrangia 91 empresas segundo a qual apenas sete delas “davam alto valor à proteção de suas patentes como fator em seus investimentos em pesquisa e desenvolvimento”. A maior parte delas considerava as patentes como “a menor de suas considerações”. Sua maior motivação em decisões de P&D era “a necessidade de permanecer competitivas, o desejo de produzir de maneira mais eficiente e o desejo de expandir e diversificar suas vendas”. Em outro estudo, Scherer não encontrou qualquer efeito negativo sobre os gastos em P&D resultantes do licenciamento compulsório de patentes. Uma pesquisa com firmas americanas observou que 86% de todas as invenções teriam sido desenvolvidas sem patentes. No caso de automóveis, equipamentos de escritório, produtos de borracha e têxteis, a taxa era de 100%.
A única exceção era no caso dos medicamentos. Sessenta por cento deles teoricamente não teriam sido desenvolvidos. Suspeito de certa dissimulação por parte dos respondentes, porém. Em primeiro lugar, as empresas farmacêuticas recebem uma porção desproporcional de seu financiamento de P&D do governo e muitos de seus produtos mais lucrativos foram desenvolvidos inteiramente às custas do estado. E o próprio Scherer forneceu evidência em contrário. As vantagens de reputação por ser o primeiro a introduzir uma droga no mercado são consideráveis. Por exemplo, no final dos anos 1970, a estrutura da indústria e os padrões de precificação eram muito similares entre drogas com patentes e aquelas sem patentes. A introdução no mercado de uma droga não-patenteada permitia que uma dada empresa mantivesse uma fatia de mercado de 30% e que cobrasse preços mais altos.
A injustiça dos monopólios de patentes é exacerbada pelo financiamento estatal à pesquisa e inovação, que beneficia a indústria privada com lucros monopolísticos advindos de tecnologias que não gastaram um centavo para desenvolver. Em 1999, a extensão dos créditos corporativos para pesquisas e experimentos e as extensões de outras isenções de impostos corporativos eram consideradas as pautas mais urgentes das lideranças no Congresso dos EUA. De acordo com relatório da organização Citizens for Tax Justice (em português, “Cidadãos pela Justiça Tributária”), o deputado Dennis Hastert, quando perguntado qualquer um dos pontos do projeto de lei era essencial, disse: “Acredito que as isenções preferenciais sejam algo em que teremos que trabalhar”. O líder do Comitê Orçamentário do Congresso Bill Archer acrescentou:
“[Até] o final do ano (…) faremos as isenções fiscais em um projeto de lei que não inclua nenhum outro ponto”. Uma extensão de cinco anos sobre a isenção para pesquisas e experimentos (retroativa a 1º de julho de 1999) tinha projeção de custos de US$ 13,1 bi (esse crédito torna os impostos efetivos sobre P&D efetivamente nulos). A Lei Governamental de Política de Patentes de 1980 (em inglês, Government Patent Policy Act of 1980), com suas emendas de 1984 e 1986, permitiu que a indústria privada mantivesse as patentes sobre produtos desenvolvidos com dinheiro estatal — e então cobrasse dez, vinte ou quarenta vezes mais que o custo de produção. Por exemplo, o AZT foi desenvolvido com dinheiro estatal e estava no domínio público desde 1964. Sua patente foi concedida à Burroughs Wellcome Corp.
Como se não fosse o bastante, as companhias farmacêuticas em 1999 fizeram lobby sobre o Congresso para estender determinadas patentes em dois anos através de uma lei especial privada.
As patentes têm sido usadas ao longo do século 20 para “driblar as leis antitruste”, de acordo com David Noble. Elas são “compradas em grandes números para suprimir a concorrência”, o que também resultou “na supressão das próprias invenções”.
As patentes desempenharam um papel fundamental na formação das indústrias de eletrodomésticos, de comunicações e de química. A GE e a Westinghouse se expandiram a ponto de dominar a manufatura elétrica na virada do século 19 para o 20 basicamente através do controle de patentes. Em 1906, reduziram seus litígios com o compartilhamento de suas patentes. A AT&T também se expandiu “essencialmente através de estratégias de monopólio sobre patentes”. A indústria americana de químicos era pouco importante até 1917, quando o Advogado Geral Mitchell Palmer confiscou as patentes alemãs e as distribuiu entre grandes empresas de químicos americanas. A DuPont conseguiu licenças sobre 300 das 735 patentes tomadas.
As patentes estão também sendo utilizadas em escala global para conceder às corporações transnacionais um monopólio permanente sobre as tecnologias produtivas. As cláusulas mais totalitárias da Rodada do Uruguai provavelmente dizem respeito à “propriedade intelectual”. O GATT estendeu tanto o escopo quanto a duração das patentes muito além do que se pretendia originalmente por suas leis.
Na Inglaterra, aspatentes tinham originalmente duração de 14 anos — tempo necessário para treinar dois aprendizes sucessivamente (e, por analogia, o tempo necessário para introduzir o produto no mercado e lucrar a partir de sua originalidade). Por esse parâmetro, dados os períodos mais curtos de treinamento requeridos atualmente e as vidas úteis mais curtas de várias tecnologias, o período de monopólio deveria ser mais curto. No entanto, os Estados Unidos buscam expandi-lo a cinquenta anos.
De acordo com Martin Khor Kok Peng, os EUA são os participantes mais absolutistas da Rodada do Uruguai em relação à “propriedade intelectual”, ao contrário da Comunidade Europeia, e pretendiam estender suas provisões a processos biológicos, para proteção de animais e plantas.
As provisões para biotecnologia são efetivamente uma maneira de aumentar as barreiras ao comércio, forçando os consumidores a subsidiar as corporações transnacionais do agronegócio. Os EUA pretendem aplicar patentes a organismos geneticamente modificados, o que na prática pirateia o trabalho de várias gerações de reprodutores do Terceiro Mundo, isolando os genes benéficos de variedades tradicionais e incorporandoas em novos organismos geneticamente modificados — e talvez forçando a aplicação dos direitos de patente sobre as variedades tradicionais, que foram as fontes de material genético. Por exemplo, a Monsanto já tentou utilizar a presença do DNA das variedades desenvolvidas por elas em uma lavoura como prova prima facie de pirataria — quando é muito mais provável que sua variedade tenha polinizado e contaminado a lavoura do fazendeiro em questão contra a sua vontade. A agência Pinkerton desempenha um grande papel na investigação desses casos — os mesmos sujeitos que estavam ocupados dispersando greves e jogando seus organizadores escada abaixo no século passado. Até mesmo criminosos desse naipe têm que diversificar seus negócios para sobreviver na economia global. O mundo desenvolvido tem feito grandes pressões para proteger as indústrias que dependem ou produzem “tecnologias genéricas” e para restringir a difusão de tecnologias de “uso dual”. O acordo EUA-Japão sobre semicondutores, por exemplo, é um “acordo de comércio controlado, de cartel”.
São assim os acordos de “livre comércio”. A legislação de patentes tradicionalmente exigia que o detentor trabalhasse na invenção em determinado país para receber proteção. A legislação do Reino Unido permitia o licenciamento compulsório após três anos se uma invenção não estava sendo trabalhada parcial ou totalmente e se sua demanda fosse atendida “substancialmente” pela importação; ou quando o mercado exportador não estivesse sendo atendido por conta da recusa do detentor da patente em conceder licenças em termos razoáveis.
A motivação central para o estabelecimento do regime de propriedade intelectual do GATT, entretanto, é proteger permanentemente o monopólio coletivo de patentes para as corporações transnacionais, impedindo o surgimento de concorrentes independentes no Terceiro Mundo. Como afirma Martin Khor Kok Peng, esse sistema “efetivamente impediria a difusão de tecnologias para o Terceiro Mundo e aumentaria tremendamente os royalties monopolísticos das corporações transnacionais, freando ao mesmo tempo o desenvolvimento próprio de tecnologias por esses países”. Apenas um por cento das patentes no mundo são detidas pelo Terceiro Mundo. Das patentes concedidas nos anos 1970 por países do Terceiro Mundo, 84% foram para estrangeiros. Delas, menos de 5% foram de fato usadas na produção. Como vimos, o propósito das patentes não é necessariamente serem utilizadas, mas evitar que outros as utilizem.
Raghavan resumiu perfeitamente os efeitos das patentes sobre o Terceiro Mundo: Dados os gigantescos gastos em P&D e investimentos, além do curto ciclo de vida de alguns desses produtos, algumas nações industriais tentam impedir a emergência da competição pelo controle (…) dos fluxos de tecnologia para outros países. A Rodada do Uruguai está sendo usada para criar monopólios de exportação para os produtos dos países industriais e para bloquear ou refrear o crescimento de concorrentes, particularmente em países que estão se industrializando no Terceiro Mundo. Ao mesmo tempo, as tecnologias de indústrias antigas do norte estão sendo exportadas para o sul de forma que garantam lucros a rentistas.
Os propagandistas das corporações repetidamente denunciam os antiglobalistas como se fossem inimigos do Terceiro Mundo, que buscam utilizar as barreiras comerciais para manter sua riqueza ocidental às custas dos países mais pobres. As medidas mencionadas — barreiras comerciais — que buscam suprimir permanentemente as tecnologias do Terceiro Mundo e manter o sul como uma enorme fonte de trabalhadores baratos mostram como são mentirosas essas preocupações “humanitárias”.
Não se trata de um caso de opiniões divergentes ou de entendimentos sinceramente enganados sobre os fatos. Ignorando falsas sutilezas, o que vemos aqui é uma maquinação puramente maligna — a bota que Orwell mencionava que “pisaria num rosto humano para sempre”. Se qualquer um dos arquitetos desta política realmente acredita que ela exista em prol do bem estar geral, isso só mostra a impressionante capacidade que a ideologia tem de justificar a opressão para o próprio opressor e permitir que ele durma tranquilo durante a noite.
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2019.08.10 22:25 O-Pensador Contra a propriedade intelectual!

Por: Kevin Carson
Trecho extraído do “O Punho e ferro por trás da mão invisível“
O privilégio das patentes tem sido usado em larga escala para promover a concentração do capital, erguer barreiras de entrada no mercado e manter o monopólio sobre tecnologias avançadas nas mãos de corporações ocidentais. É até difícil imaginar quão mais descentralizada a economia seria sem ele. O libertário de direita Murray Rothbard considerava as patentes uma violação fundamental dos princípios de livre mercado:
O homem que não comprou uma máquina e que é capaz de fazer a mesma invenção de maneira independente, num livre mercado, terá o direito de usar e vender sua invenção. As patentes evitam que alguém use sua própria invenção, muito embora todas as propriedades envolvidas em sua criação sejam da pessoa e ela não tenha roubado sua invenção, explícita ou implicitamente, do primeiro inventor. As patentes, portanto, são concessões de privilégios monopolistas exclusivos do estado e são invasões dos direitos de propriedade do mercado.
As patentes fazem uma diferença astronômica no preço final. Até o começo dos anos 1970, por exemplo, a Itália não reconhecia patentes de medicamentos. Como resultado, a Roche cobrava um preço do sistema de saúde britânico mais de 40 vezes maior que o cobrado por concorrentes na Itália por componentes patenteados das drogas Librium e Valium.
As patentes suprimem a inovação na mesma medida em que a estimulam. Chakravarthi Raghavan observou que os pesquisadores que de fato trabalham nas invenções devem abrir mão de seus direitos de patente como condição de trabalho, enquanto patentes e programas de segurança industrial evitam o compartilhamento da informação e suprimem a concorrência no melhoramento de invenções patenteadas.
Rothbard, da mesma forma, argumentava que as patentes eliminam “o incentivo concorrencial para maiores pesquisas”, porque inovações incrementais que se baseiam nas patentes de outras pessoas é proibida e porque o detentor delas pode “se descansar sobre os louros de seu sucesso por todo o período da patente”, sem temer a melhoria de sua invenção. E elas impedem o progresso técnico, porque “invenções mecânicas são descobertas das leis da natureza e não criações individuais, portanto invenções similares acontecem a todo momento. A simultaneidade de invenções é um fato histórico comum”.
O regime de propriedade intelectual estabelecido pela Rodada do Uruguai do GATT (sigla em inglês para Acordo Geral de Tarifas e Comércio) vai muito além das tradicionais legislações de patentes na supressão das inovações. Um dos benefícios das leis tradicionais de patentes, ao menos, era que elas requeriam que as patentes fossem publicadas. Por pressão dos Estados Unidos, contudo, “segredos industriais” foram incluídos no acordo. Assim, os governos terão que prestar apoio na supressão de informações que nem mesmo estão formalmente protegidas pelas patentes.
E as patentes não são necessárias como incentivos para inovar. De acordo com Rothbard, as invenções sempre dão vantagens competitivas ao primeiro desenvolvedor de uma ideia. Esse ponto de vista tem suporte no depoimento à Comissão Federal do Comércio dos EUA de F. M. Scherer.
Scherer citava uma pesquisa que abrangia 91 empresas segundo a qual apenas sete delas “davam alto valor à proteção de suas patentes como fator em seus investimentos em pesquisa e desenvolvimento”. A maior parte delas considerava as patentes como “a menor de suas considerações”. Sua maior motivação em decisões de P&D era “a necessidade de permanecer competitivas, o desejo de produzir de maneira mais eficiente e o desejo de expandir e diversificar suas vendas”. Em outro estudo, Scherer não encontrou qualquer efeito negativo sobre os gastos em P&D resultantes do licenciamento compulsório de patentes. Uma pesquisa com firmas americanas observou que 86% de todas as invenções teriam sido desenvolvidas sem patentes. No caso de automóveis, equipamentos de escritório, produtos de borracha e têxteis, a taxa era de 100%.
A única exceção era no caso dos medicamentos. Sessenta por cento deles teoricamente não teriam sido desenvolvidos. Suspeito de certa dissimulação por parte dos respondentes, porém. Em primeiro lugar, as empresas farmacêuticas recebem uma porção desproporcional de seu financiamento de P&D do governo e muitos de seus produtos mais lucrativos foram desenvolvidos inteiramente às custas do estado. E o próprio Scherer forneceu evidência em contrário. As vantagens de reputação por ser o primeiro a introduzir uma droga no mercado são consideráveis. Por exemplo, no final dos anos 1970, a estrutura da indústria e os padrões de precificação eram muito similares entre drogas com patentes e aquelas sem patentes. A introdução no mercado de uma droga não-patenteada permitia que uma dada empresa mantivesse uma fatia de mercado de 30% e que cobrasse preços mais altos.
A injustiça dos monopólios de patentes é exacerbada pelo financiamento estatal à pesquisa e inovação, que beneficia a indústria privada com lucros monopolísticos advindos de tecnologias que não gastaram um centavo para desenvolver. Em 1999, a extensão dos créditos corporativos para pesquisas e experimentos e as extensões de outras isenções de impostos corporativos eram consideradas as pautas mais urgentes das lideranças no Congresso dos EUA. De acordo com relatório da organização Citizens for Tax Justice (em português, “Cidadãos pela Justiça Tributária”), o deputado Dennis Hastert, quando perguntado qualquer um dos pontos do projeto de lei era essencial, disse: “Acredito que as isenções preferenciais sejam algo em que teremos que trabalhar”. O líder do Comitê Orçamentário do Congresso Bill Archer acrescentou:
“[Até] o final do ano (…) faremos as isenções fiscais em um projeto de lei que não inclua nenhum outro ponto”. Uma extensão de cinco anos sobre a isenção para pesquisas e experimentos (retroativa a 1º de julho de 1999) tinha projeção de custos de US$ 13,1 bi (esse crédito torna os impostos efetivos sobre P&D efetivamente nulos). A Lei Governamental de Política de Patentes de 1980 (em inglês, Government Patent Policy Act of 1980), com suas emendas de 1984 e 1986, permitiu que a indústria privada mantivesse as patentes sobre produtos desenvolvidos com dinheiro estatal — e então cobrasse dez, vinte ou quarenta vezes mais que o custo de produção. Por exemplo, o AZT foi desenvolvido com dinheiro estatal e estava no domínio público desde 1964. Sua patente foi concedida à Burroughs Wellcome Corp.
Como se não fosse o bastante, as companhias farmacêuticas em 1999 fizeram lobby sobre o Congresso para estender determinadas patentes em dois anos através de uma lei especial privada.
As patentes têm sido usadas ao longo do século 20 para “driblar as leis antitruste”, de acordo com David Noble. Elas são “compradas em grandes números para suprimir a concorrência”, o que também resultou “na supressão das próprias invenções”.
As patentes desempenharam um papel fundamental na formação das indústrias de eletrodomésticos, de comunicações e de química. A GE e a Westinghouse se expandiram a ponto de dominar a manufatura elétrica na virada do século 19 para o 20 basicamente através do controle de patentes. Em 1906, reduziram seus litígios com o compartilhamento de suas patentes. A AT&T também se expandiu “essencialmente através de estratégias de monopólio sobre patentes”. A indústria americana de químicos era pouco importante até 1917, quando o Advogado Geral Mitchell Palmer confiscou as patentes alemãs e as distribuiu entre grandes empresas de químicos americanas. A DuPont conseguiu licenças sobre 300 das 735 patentes tomadas.
As patentes estão também sendo utilizadas em escala global para conceder às corporações transnacionais um monopólio permanente sobre as tecnologias produtivas. As cláusulas mais totalitárias da Rodada do Uruguai provavelmente dizem respeito à “propriedade intelectual”. O GATT estendeu tanto o escopo quanto a duração das patentes muito além do que se pretendia originalmente por suas leis.
Na Inglaterra, aspatentes tinham originalmente duração de 14 anos — tempo necessário para treinar dois aprendizes sucessivamente (e, por analogia, o tempo necessário para introduzir o produto no mercado e lucrar a partir de sua originalidade). Por esse parâmetro, dados os períodos mais curtos de treinamento requeridos atualmente e as vidas úteis mais curtas de várias tecnologias, o período de monopólio deveria ser mais curto. No entanto, os Estados Unidos buscam expandi-lo a cinquenta anos.
De acordo com Martin Khor Kok Peng, os EUA são os participantes mais absolutistas da Rodada do Uruguai em relação à “propriedade intelectual”, ao contrário da Comunidade Europeia, e pretendiam estender suas provisões a processos biológicos, para proteção de animais e plantas.
As provisões para biotecnologia são efetivamente uma maneira de aumentar as barreiras ao comércio, forçando os consumidores a subsidiar as corporações transnacionais do agronegócio. Os EUA pretendem aplicar patentes a organismos geneticamente modificados, o que na prática pirateia o trabalho de várias gerações de reprodutores do Terceiro Mundo, isolando os genes benéficos de variedades tradicionais e incorporandoas em novos organismos geneticamente modificados — e talvez forçando a aplicação dos direitos de patente sobre as variedades tradicionais, que foram as fontes de material genético. Por exemplo, a Monsanto já tentou utilizar a presença do DNA das variedades desenvolvidas por elas em uma lavoura como prova prima facie de pirataria — quando é muito mais provável que sua variedade tenha polinizado e contaminado a lavoura do fazendeiro em questão contra a sua vontade. A agência Pinkerton desempenha um grande papel na investigação desses casos — os mesmos sujeitos que estavam ocupados dispersando greves e jogando seus organizadores escada abaixo no século passado. Até mesmo criminosos desse naipe têm que diversificar seus negócios para sobreviver na economia global. O mundo desenvolvido tem feito grandes pressões para proteger as indústrias que dependem ou produzem “tecnologias genéricas” e para restringir a difusão de tecnologias de “uso dual”. O acordo EUA-Japão sobre semicondutores, por exemplo, é um “acordo de comércio controlado, de cartel”.
São assim os acordos de “livre comércio”. A legislação de patentes tradicionalmente exigia que o detentor trabalhasse na invenção em determinado país para receber proteção. A legislação do Reino Unido permitia o licenciamento compulsório após três anos se uma invenção não estava sendo trabalhada parcial ou totalmente e se sua demanda fosse atendida “substancialmente” pela importação; ou quando o mercado exportador não estivesse sendo atendido por conta da recusa do detentor da patente em conceder licenças em termos razoáveis.
A motivação central para o estabelecimento do regime de propriedade intelectual do GATT, entretanto, é proteger permanentemente o monopólio coletivo de patentes para as corporações transnacionais, impedindo o surgimento de concorrentes independentes no Terceiro Mundo. Como afirma Martin Khor Kok Peng, esse sistema “efetivamente impediria a difusão de tecnologias para o Terceiro Mundo e aumentaria tremendamente os royalties monopolísticos das corporações transnacionais, freando ao mesmo tempo o desenvolvimento próprio de tecnologias por esses países”. Apenas um por cento das patentes no mundo são detidas pelo Terceiro Mundo. Das patentes concedidas nos anos 1970 por países do Terceiro Mundo, 84% foram para estrangeiros. Delas, menos de 5% foram de fato usadas na produção. Como vimos, o propósito das patentes não é necessariamente serem utilizadas, mas evitar que outros as utilizem.
Raghavan resumiu perfeitamente os efeitos das patentes sobre o Terceiro Mundo: Dados os gigantescos gastos em P&D e investimentos, além do curto ciclo de vida de alguns desses produtos, algumas nações industriais tentam impedir a emergência da competição pelo controle (…) dos fluxos de tecnologia para outros países. A Rodada do Uruguai está sendo usada para criar monopólios de exportação para os produtos dos países industriais e para bloquear ou refrear o crescimento de concorrentes, particularmente em países que estão se industrializando no Terceiro Mundo. Ao mesmo tempo, as tecnologias de indústrias antigas do norte estão sendo exportadas para o sul de forma que garantam lucros a rentistas.
Os propagandistas das corporações repetidamente denunciam os antiglobalistas como se fossem inimigos do Terceiro Mundo, que buscam utilizar as barreiras comerciais para manter sua riqueza ocidental às custas dos países mais pobres. As medidas mencionadas — barreiras comerciais — que buscam suprimir permanentemente as tecnologias do Terceiro Mundo e manter o sul como uma enorme fonte de trabalhadores baratos mostram como são mentirosas essas preocupações “humanitárias”.
Não se trata de um caso de opiniões divergentes ou de entendimentos sinceramente enganados sobre os fatos. Ignorando falsas sutilezas, o que vemos aqui é uma maquinação puramente maligna — a bota que Orwell mencionava que “pisaria num rosto humano para sempre”. Se qualquer um dos arquitetos desta política realmente acredita que ela exista em prol do bem estar geral, isso só mostra a impressionante capacidade que a ideologia tem de justificar a opressão para o próprio opressor e permitir que ele durma tranquilo durante a noite.
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2019.08.10 22:25 O-Pensador Contra a propriedade intelectual!

Por: Kevin Carson
Trecho extraído do “O Punho e ferro por trás da mão invisível“
O privilégio das patentes tem sido usado em larga escala para promover a concentração do capital, erguer barreiras de entrada no mercado e manter o monopólio sobre tecnologias avançadas nas mãos de corporações ocidentais. É até difícil imaginar quão mais descentralizada a economia seria sem ele. O libertário de direita Murray Rothbard considerava as patentes uma violação fundamental dos princípios de livre mercado:
O homem que não comprou uma máquina e que é capaz de fazer a mesma invenção de maneira independente, num livre mercado, terá o direito de usar e vender sua invenção. As patentes evitam que alguém use sua própria invenção, muito embora todas as propriedades envolvidas em sua criação sejam da pessoa e ela não tenha roubado sua invenção, explícita ou implicitamente, do primeiro inventor. As patentes, portanto, são concessões de privilégios monopolistas exclusivos do estado e são invasões dos direitos de propriedade do mercado.
As patentes fazem uma diferença astronômica no preço final. Até o começo dos anos 1970, por exemplo, a Itália não reconhecia patentes de medicamentos. Como resultado, a Roche cobrava um preço do sistema de saúde britânico mais de 40 vezes maior que o cobrado por concorrentes na Itália por componentes patenteados das drogas Librium e Valium.
As patentes suprimem a inovação na mesma medida em que a estimulam. Chakravarthi Raghavan observou que os pesquisadores que de fato trabalham nas invenções devem abrir mão de seus direitos de patente como condição de trabalho, enquanto patentes e programas de segurança industrial evitam o compartilhamento da informação e suprimem a concorrência no melhoramento de invenções patenteadas.
Rothbard, da mesma forma, argumentava que as patentes eliminam “o incentivo concorrencial para maiores pesquisas”, porque inovações incrementais que se baseiam nas patentes de outras pessoas é proibida e porque o detentor delas pode “se descansar sobre os louros de seu sucesso por todo o período da patente”, sem temer a melhoria de sua invenção. E elas impedem o progresso técnico, porque “invenções mecânicas são descobertas das leis da natureza e não criações individuais, portanto invenções similares acontecem a todo momento. A simultaneidade de invenções é um fato histórico comum”.
O regime de propriedade intelectual estabelecido pela Rodada do Uruguai do GATT (sigla em inglês para Acordo Geral de Tarifas e Comércio) vai muito além das tradicionais legislações de patentes na supressão das inovações. Um dos benefícios das leis tradicionais de patentes, ao menos, era que elas requeriam que as patentes fossem publicadas. Por pressão dos Estados Unidos, contudo, “segredos industriais” foram incluídos no acordo. Assim, os governos terão que prestar apoio na supressão de informações que nem mesmo estão formalmente protegidas pelas patentes.
E as patentes não são necessárias como incentivos para inovar. De acordo com Rothbard, as invenções sempre dão vantagens competitivas ao primeiro desenvolvedor de uma ideia. Esse ponto de vista tem suporte no depoimento à Comissão Federal do Comércio dos EUA de F. M. Scherer.
Scherer citava uma pesquisa que abrangia 91 empresas segundo a qual apenas sete delas “davam alto valor à proteção de suas patentes como fator em seus investimentos em pesquisa e desenvolvimento”. A maior parte delas considerava as patentes como “a menor de suas considerações”. Sua maior motivação em decisões de P&D era “a necessidade de permanecer competitivas, o desejo de produzir de maneira mais eficiente e o desejo de expandir e diversificar suas vendas”. Em outro estudo, Scherer não encontrou qualquer efeito negativo sobre os gastos em P&D resultantes do licenciamento compulsório de patentes. Uma pesquisa com firmas americanas observou que 86% de todas as invenções teriam sido desenvolvidas sem patentes. No caso de automóveis, equipamentos de escritório, produtos de borracha e têxteis, a taxa era de 100%.
A única exceção era no caso dos medicamentos. Sessenta por cento deles teoricamente não teriam sido desenvolvidos. Suspeito de certa dissimulação por parte dos respondentes, porém. Em primeiro lugar, as empresas farmacêuticas recebem uma porção desproporcional de seu financiamento de P&D do governo e muitos de seus produtos mais lucrativos foram desenvolvidos inteiramente às custas do estado. E o próprio Scherer forneceu evidência em contrário. As vantagens de reputação por ser o primeiro a introduzir uma droga no mercado são consideráveis. Por exemplo, no final dos anos 1970, a estrutura da indústria e os padrões de precificação eram muito similares entre drogas com patentes e aquelas sem patentes. A introdução no mercado de uma droga não-patenteada permitia que uma dada empresa mantivesse uma fatia de mercado de 30% e que cobrasse preços mais altos.
A injustiça dos monopólios de patentes é exacerbada pelo financiamento estatal à pesquisa e inovação, que beneficia a indústria privada com lucros monopolísticos advindos de tecnologias que não gastaram um centavo para desenvolver. Em 1999, a extensão dos créditos corporativos para pesquisas e experimentos e as extensões de outras isenções de impostos corporativos eram consideradas as pautas mais urgentes das lideranças no Congresso dos EUA. De acordo com relatório da organização Citizens for Tax Justice (em português, “Cidadãos pela Justiça Tributária”), o deputado Dennis Hastert, quando perguntado qualquer um dos pontos do projeto de lei era essencial, disse: “Acredito que as isenções preferenciais sejam algo em que teremos que trabalhar”. O líder do Comitê Orçamentário do Congresso Bill Archer acrescentou:
“[Até] o final do ano (…) faremos as isenções fiscais em um projeto de lei que não inclua nenhum outro ponto”. Uma extensão de cinco anos sobre a isenção para pesquisas e experimentos (retroativa a 1º de julho de 1999) tinha projeção de custos de US$ 13,1 bi (esse crédito torna os impostos efetivos sobre P&D efetivamente nulos). A Lei Governamental de Política de Patentes de 1980 (em inglês, Government Patent Policy Act of 1980), com suas emendas de 1984 e 1986, permitiu que a indústria privada mantivesse as patentes sobre produtos desenvolvidos com dinheiro estatal — e então cobrasse dez, vinte ou quarenta vezes mais que o custo de produção. Por exemplo, o AZT foi desenvolvido com dinheiro estatal e estava no domínio público desde 1964. Sua patente foi concedida à Burroughs Wellcome Corp.
Como se não fosse o bastante, as companhias farmacêuticas em 1999 fizeram lobby sobre o Congresso para estender determinadas patentes em dois anos através de uma lei especial privada.
As patentes têm sido usadas ao longo do século 20 para “driblar as leis antitruste”, de acordo com David Noble. Elas são “compradas em grandes números para suprimir a concorrência”, o que também resultou “na supressão das próprias invenções”.
As patentes desempenharam um papel fundamental na formação das indústrias de eletrodomésticos, de comunicações e de química. A GE e a Westinghouse se expandiram a ponto de dominar a manufatura elétrica na virada do século 19 para o 20 basicamente através do controle de patentes. Em 1906, reduziram seus litígios com o compartilhamento de suas patentes. A AT&T também se expandiu “essencialmente através de estratégias de monopólio sobre patentes”. A indústria americana de químicos era pouco importante até 1917, quando o Advogado Geral Mitchell Palmer confiscou as patentes alemãs e as distribuiu entre grandes empresas de químicos americanas. A DuPont conseguiu licenças sobre 300 das 735 patentes tomadas.
As patentes estão também sendo utilizadas em escala global para conceder às corporações transnacionais um monopólio permanente sobre as tecnologias produtivas. As cláusulas mais totalitárias da Rodada do Uruguai provavelmente dizem respeito à “propriedade intelectual”. O GATT estendeu tanto o escopo quanto a duração das patentes muito além do que se pretendia originalmente por suas leis.
Na Inglaterra, aspatentes tinham originalmente duração de 14 anos — tempo necessário para treinar dois aprendizes sucessivamente (e, por analogia, o tempo necessário para introduzir o produto no mercado e lucrar a partir de sua originalidade). Por esse parâmetro, dados os períodos mais curtos de treinamento requeridos atualmente e as vidas úteis mais curtas de várias tecnologias, o período de monopólio deveria ser mais curto. No entanto, os Estados Unidos buscam expandi-lo a cinquenta anos.
De acordo com Martin Khor Kok Peng, os EUA são os participantes mais absolutistas da Rodada do Uruguai em relação à “propriedade intelectual”, ao contrário da Comunidade Europeia, e pretendiam estender suas provisões a processos biológicos, para proteção de animais e plantas.
As provisões para biotecnologia são efetivamente uma maneira de aumentar as barreiras ao comércio, forçando os consumidores a subsidiar as corporações transnacionais do agronegócio. Os EUA pretendem aplicar patentes a organismos geneticamente modificados, o que na prática pirateia o trabalho de várias gerações de reprodutores do Terceiro Mundo, isolando os genes benéficos de variedades tradicionais e incorporandoas em novos organismos geneticamente modificados — e talvez forçando a aplicação dos direitos de patente sobre as variedades tradicionais, que foram as fontes de material genético. Por exemplo, a Monsanto já tentou utilizar a presença do DNA das variedades desenvolvidas por elas em uma lavoura como prova prima facie de pirataria — quando é muito mais provável que sua variedade tenha polinizado e contaminado a lavoura do fazendeiro em questão contra a sua vontade. A agência Pinkerton desempenha um grande papel na investigação desses casos — os mesmos sujeitos que estavam ocupados dispersando greves e jogando seus organizadores escada abaixo no século passado. Até mesmo criminosos desse naipe têm que diversificar seus negócios para sobreviver na economia global. O mundo desenvolvido tem feito grandes pressões para proteger as indústrias que dependem ou produzem “tecnologias genéricas” e para restringir a difusão de tecnologias de “uso dual”. O acordo EUA-Japão sobre semicondutores, por exemplo, é um “acordo de comércio controlado, de cartel”.
São assim os acordos de “livre comércio”. A legislação de patentes tradicionalmente exigia que o detentor trabalhasse na invenção em determinado país para receber proteção. A legislação do Reino Unido permitia o licenciamento compulsório após três anos se uma invenção não estava sendo trabalhada parcial ou totalmente e se sua demanda fosse atendida “substancialmente” pela importação; ou quando o mercado exportador não estivesse sendo atendido por conta da recusa do detentor da patente em conceder licenças em termos razoáveis.
A motivação central para o estabelecimento do regime de propriedade intelectual do GATT, entretanto, é proteger permanentemente o monopólio coletivo de patentes para as corporações transnacionais, impedindo o surgimento de concorrentes independentes no Terceiro Mundo. Como afirma Martin Khor Kok Peng, esse sistema “efetivamente impediria a difusão de tecnologias para o Terceiro Mundo e aumentaria tremendamente os royalties monopolísticos das corporações transnacionais, freando ao mesmo tempo o desenvolvimento próprio de tecnologias por esses países”. Apenas um por cento das patentes no mundo são detidas pelo Terceiro Mundo. Das patentes concedidas nos anos 1970 por países do Terceiro Mundo, 84% foram para estrangeiros. Delas, menos de 5% foram de fato usadas na produção. Como vimos, o propósito das patentes não é necessariamente serem utilizadas, mas evitar que outros as utilizem.
Raghavan resumiu perfeitamente os efeitos das patentes sobre o Terceiro Mundo: Dados os gigantescos gastos em P&D e investimentos, além do curto ciclo de vida de alguns desses produtos, algumas nações industriais tentam impedir a emergência da competição pelo controle (…) dos fluxos de tecnologia para outros países. A Rodada do Uruguai está sendo usada para criar monopólios de exportação para os produtos dos países industriais e para bloquear ou refrear o crescimento de concorrentes, particularmente em países que estão se industrializando no Terceiro Mundo. Ao mesmo tempo, as tecnologias de indústrias antigas do norte estão sendo exportadas para o sul de forma que garantam lucros a rentistas.
Os propagandistas das corporações repetidamente denunciam os antiglobalistas como se fossem inimigos do Terceiro Mundo, que buscam utilizar as barreiras comerciais para manter sua riqueza ocidental às custas dos países mais pobres. As medidas mencionadas — barreiras comerciais — que buscam suprimir permanentemente as tecnologias do Terceiro Mundo e manter o sul como uma enorme fonte de trabalhadores baratos mostram como são mentirosas essas preocupações “humanitárias”.
Não se trata de um caso de opiniões divergentes ou de entendimentos sinceramente enganados sobre os fatos. Ignorando falsas sutilezas, o que vemos aqui é uma maquinação puramente maligna — a bota que Orwell mencionava que “pisaria num rosto humano para sempre”. Se qualquer um dos arquitetos desta política realmente acredita que ela exista em prol do bem estar geral, isso só mostra a impressionante capacidade que a ideologia tem de justificar a opressão para o próprio opressor e permitir que ele durma tranquilo durante a noite.
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2019.07.02 18:14 convergentemkt Ganhar Seguidores Instagram GRÁTIS: A receita de sucesso

Ganhar Seguidores Instagram GRÁTIS: A receita de sucesso

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A receita para o sucesso que todo o influencer tenta encontrar está aqui neste post.
Confira as estratégias para ganhar seguidores Instagram grátis e faça do seu perfil um êxito.
O Instagram é nos dias de hoje uma das redes sociais com maior autoridade na Internet e são várias as empresas e mais ainda os influencer que tudo fazem para ganhar curtidas e comentários no Instagram.
Obviamente, se está a ler este post é porque tem umas noções de como funciona esta rede social, certo?
A par disso, esta rede social cresceu de um modo impressionante na última década, nunca é demais mencionar que o Instagram tem mais de 800 milhões de usuários ativos, superando assim várias redes sociais conhecidas.
Ou seja,é uma oportunidade enorme para qualquer utilizador que pretenda ganhar sucesso rapidamente.
Portanto, é fundamental saber como comunicar com os seguidores.
Antes disso, é obvio que tem de saber como conseguir seguidores no Instagram e também como os fazer sentir-se conectados com as suas fotos.
Assim, foi a ponderar que a Convergente Agência de Marketing Digital desenvolveu esta publicação para lhe ensinar como ganhar seguidores no Instagram grátis.
Continue a ler para aprender a receita do sucesso com técnicas de Social Media Marketing que ninguém lhe explicou até agora.

O que é o Instagram?

Se é o seu primeiro contacto com este assunto, vamos aproveitar para explicar resumidamente sobre o que é o Instagram e o seu percurso.
O Instagram resumidamente é um aplicativo de uma rede social para telefone. Esta permite aos utilizadores compartilharem as suas fotos e vídeos com amigos e família.
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Esta app é grátis, ou seja, pode baixar sem custos nas lojas de aplicativos habituais – Google Play ou Apple Itunes Com orgulho afirmam que pode ser utilizada em vários modelos de telemóvel desde os modernos aos antigos.
A história desta rede social passa pela vida de dois jovens Kevin Systrom e Mike Krieger os criadores, ambos graduados na Universidade de Stanford.
O Facebook, a gigante rede social de Mark Zuckerberg comprou o Instagram ainda quando esta tinha apenas 200 milhões de usuários em 2012.
Tem como premissa o compartilhamento de imagens, no entanto a sua popularidade vem da funcionalidade de edição de fotografias. Isto, porque uma vez que o usuário tira uma fotografia, o Instagram concede uma quantidade de filtros e edições consideráveis – um dos exemplos mais simples, é poder transformar as suas fotografias como se tivesse utilizado uma Polaroid antiquada.
Este fantástico aplicativo permite a criação de perfis pessoais e empresariais, e permite ser conectado a outras redes sociais, como o Facebook e Twitter, tendo como resultado o compartilhamento das suas fotografias em outras plataformas à distância de um clique.

Ganhar comentários no Instagram

Sabia que o Instagram já não tem o feed de notícias cronologicamente organizado. As imagens agora são organizadas com base no engajamento.
Pois bem, se os seus posts tiverem mais comentários e gostos, garantidamente vão aparecer na zona de maior alcance visual. Obviamente esta ação irá aumentar ainda mais esse envolvimento criando a dita sintonia com os usuários e seguidores.
Ao ganhar comentários no Instagram também indica que a sua estratégia é eficiente nas redes sociais. Isto, porque há algo comum a todas, o seu fundamento é criar envolvimento e isto inclui gostos, partilhas, repins, retweets, etc.
É incrível como um clique significa tanto.
Mas quando o assunto é comentário, aí requer um pouco mais de trabalho, planeamento e investir tempo. Assim, se está a receber mais comentários, isso demonstra que os seus seguidores adoram o seu conteúdo.
Portanto, vou mostrar-lhe as várias técnicas que pode utilizar para ganhar comentários no Instagram

1. Pedir comentários na legenda

Utilizar os call-to-action ou chamadas à ação, estas tiveram de certo modo um resultado positivo nas atualizações das redes sociais. Alias, descobriram que tweets com as palavras “Please ReTweet” e “Please Follow” têm mais conversão do que quando não as utilizam.
Por sua vez, as publicações do Facebook que contêm a palavra “Goste” têm como resultado mais gostos do que aquelas que não utilizam.
E assim, aquelas publicações que têm a palavra “comente” também acabam por ter mais comentários que as que não têm.
Conclusão, se quiser obter resultados semelhantes no Instagram, pode adicionar na sua legenda algo como “quero saber a sua opinião”, “deixe o seu comentário”. Se prefere não pedir diretamente, pode colocar algumas questões de vez em quando.
Deixo um exemplo de uma publicação onde a marca @mcdonaldsportugal não pede diretamente aos utilizadores, mas optou por colocar uma questão simplificando a resposta com duas escolhas. Como resultado, ajudou a publicação a obter um maior número de comentários como pode verificar.
https://www.instagram.com/p/BuV8OfCA1Hj/?utm\_source=ig\_web\_button\_share\_sheet

2. Fazer perguntas com a sobreposição de texto

Se pretende obter mais respostas às suas perguntas, pode utilizar texto sobreposto à sua imagem invés de escrever na descrição.
Lembre-se o Instragram é uma rede social que funciona fundamentalmente à base do sentido visual. Os usuários utilizam esta mídia social para visualizar imagens bonitas e atraentes. Confira a publicação que damos como exemplo, a imagem ocupa a maior parte do espaço disponível, enquanto a descrição apenas ocupa uma fracção.
Assim sendo, se quiser aumentar a quantidade de pessoas a ler a sua pergunta e responder com comentários, deve adicionar sempre à imagem.
Claramente pode também reforçar na legenda.
Ao realizar esta ação tenha cuidado para não tirar a beleza da imagem, proporcionando o efeito contrário ao que pretende, existem imagens que simplesmente não ficam bem com texto sobreposto.

3. Responda aos comentários

Como já referido em cima, quando os usuários fazem um comentário, é necessário perderem mais tempo que colocar um simples gosto. Eles precisam de refletir e também escrever.
Então, partindo desta premissa “o esforço que o utilizador teve para comentar a sua publicação”, é sempre bom também retribuir, agradecendo-lhes o seu comentário e responder caso surja alguma pergunta. Esta ação só vai fortalecer a sua relação com os seus seguidores.
Contudo, vamos supor que não tem muito tempo. No mínimo responda a alguns deles.
São vários os digital influencer que respondem regularmente aos comentários feitos nas suas publicações do Instagram. Obviamente perceberam que é uma das ações mais vantajosas para ganhar comentários no Instagram.
Esta técnica que vem aí… é infalível!

4. Criar concursos de comentários como “Identifique para Ganhar”

Se está em uma luta constante para ganhar comentários nas suas publicações, pode desenvolver um concurso “comente para ganhar” ou “identifique para ganhar” são estratégias que impulsionam o seu perfil.
Este tipo de estratégia digital funciona da seguinte forma:
  • Comente para ganhar – Todos os usuários precisam de deixar um comentário apelativo e com significado nas suas publicações ou em uma publicação em particular.
  • Identifique para ganhar – Neste caso os utilizadores têm de identificar um amigo no comentário.
Sinceramente, ambas as estratégias são eficientes em ganhar comentários no Instagram e de modo orgânico.
Como resultado, terá uma enorme quantidade de comentários, especialmente com identificações de outros potenciais seguidores e que possivelmente também vão participar no concurso, tornando-se assim numa “bola de neve”.
Tome como exemplo a publicação da @maquibeauty.pt
https://www.instagram.com/p/BwZ79XFFD\_f/?utm\_source=ig\_web\_button\_share\_sheet
Para participar neste concurso, os usuários precisavam de seguir dois perfis no Instagram e convidar dois amigos. Como pode verificar esta publicação teve mais de 2.000 comentários. Um pequeno detalhe, já reparou que tem mais comentários do que gostos?
Sem querer destacar o facto de terem ganho uma quantidade enorme de seguidores no Instagram.

Ganhar curtidas no Instagram

Sabia que de acordo com o estudo realizado pela Apache Maven, você em média recebe 1 comentário por cada 33 gostos. Portanto, se tiver o seu foco em ganhar curtidas e aumentar esse número, naturalmente vai ganhar comentários também.
Deixamos aqui algumas outras estatísticas do estudo realizado pela Apache Maven para o ajudar a ganhar curtidas no Instagram.
Esta dica é de facto muito boa!
O filtro Mayfair, Sem filtro e Inkwell funcionam melhor que os restantes.

https://preview.redd.it/a42f90z20x731.jpg?width=724&format=pjpg&auto=webp&s=9953c6e7b68645b213d2018d930289f2e6fabe16
O estudo descobriu que ao utilizar estas três opções (pela ordem de preferência mencionada) nas suas imagens vai aumentar o número de interações, logicamente estamos a supor que as imagens preencham alguns requisitos: qualidade, bonita e de fácil perceção.
Isto porque, foi com esses requisitos e filtros que houve maior número de interação entre imagem e usuário.

1. Utilize as hashtag para Instagram

As hashtag são uma forma de etiquetar ou catalogar o conteúdo no Instagram, bom obviamente também serve para ganhar seguidores.
Sugiro que utilize no mínimo 11 hashtag é a quantidade certa para obter mais interação e não ficar com uma descrição com ruído visual.
Então, não tenha receio de diversificar as hashtags, escolha sobretudo as mais populares e relevantes para obter melhores resultados.
Tente sempre usar hashtags que também tenham relação direta com a sua imagem.
Imagine, se está publicando uma imagem genérica que muitos utilizadores vão achar interessante, pode usar algumas destas hashtags:

Popular

#fun #instagramers #food #smile #pretty #followme #nature #lol #dog #hair #onedirection #sunset #swag #throwbackthursday #instagood #beach #statigram #friends #hot #funny #blue #life #art #instahub #photo #cool #pink #bestoftheday #clouds
#amazing #followme #all_shots #textgram #family #instago #igaddict #awesome #girls #instagood #my #bored #baby #music #red #green #water #harrystyles #bestoftheday #black #party #white #yum #flower #2012 #night #instalove #niallhoran #jj_forum

Party

#party #partying #fun #instaparty #instafun #instagood #bestoftheday #crazy #friend #friends #besties #guys #girls #chill #chilling #kickit #kickinit #cool #love #memories #night #smile #music #outfit #funtime #funtimes #goodtime #goodtimes #happy

Instagram

#instagrammers #igers #instalove #instamood #instagood #followme #follow #comment #shoutout #iphoneography #androidography #filter #filters #hipster #contests #photo #instadaily #igaddict #TFLers #photooftheday #pics #insta #picoftheday #bestoftheday #instadaily #instafamous #popularpic #popularphoto

Funny

#funny #lol #lmao #lmfao #hilarious #laugh #laughing #tweegram #fun #friends #photooftheday #friend #wacky #crazy #silly #witty #instahappy #joke #jokes #joking #epic #instagood #instafun #funnypictures #haha #humor
Vem aí outra dica interessante,
Como encontrar as melhores hashtags, nem sempre é fácil, principalmente para quem é novato neste meio. Existe imensas plataformas que disponibilizam gratuitamente um gerador automático de hashtags para Instagram, consoante o termo que aplicar, basta pesquisar no Google por “find hashtags”.

2. Publicar ao domingo

A Sprout Social realizou um estudo onde faz referência ao horário com maior engajamento e podemos verificar que Quinta-feira é o melhor dia em termos Globais, ou seja sem orientação de nicho ou segmento.
Assim sendo, pode existir determinado nicho que não coincida com esta informação.

https://preview.redd.it/c1swxii50x731.jpg?width=600&format=pjpg&auto=webp&s=d43d3338471f8cf95581750ad1ccbc45ee301902
Se tem uma conta nova ou não tem muitas publicações no seu feed, aproveite esta dica e comece a atualizar o seu perfil com as fotografias mais relevantes à Quinta-feira.
Caso, publique diariamente e não tem resultados, existe ferramentas de gerenciamento para Instagram onde você agenda os seus posts para sair no momento certo, evitando o percalço de não conseguir publicar naquele dia e determinada hora.

3. Identificar usuários nas imagens

Esta dica é avassaladora, sabia que identificar contas relevantes na sua publicação tem um enorme potencial para aumentar o engajamento?
Embora as tags não funcionem do mesmo modo que as hashtags, elas têm um propósito semelhante: aumentar o alcance da publicação.
Esta dica foi partilhada na sequência de emails do Blog Publicidade e Marketing em como ganhar seguidores no Instagram: de 0 a 20k, onde explicam passo a passo, sensacional!
Achamos tão óbvio e ao mesmo tempo… damn… porque não pensamos nisto antes!
Basicamente assim que publique a sua imagem, identifique com destaque contas relevantes como produtos ou marcas, influenciadores do mesmo nicho, ou utilizadores que possam ser relevantes para a sua publicação.
Incrivelmente, isto terá um resultado incrível no algoritmo do Instagram, pois será visto como conteúdo relevante. Além disso vai aumentar a probabilidade dos seguidores e de quem explora o perfil identificado ver a sua imagem.
Mas cuidado! Tal como acontece com as hashtags, há um risco de se tornar spammer se utilizar esta estratégia regularmente sem razão aparente.
Use, mas não abuse!
Tente criar empatia com o utilizador identificado, mostre que não é um simples hack para ganhar likes no seu perfil de Instagram.

4. Conecte seu Instagram às outras redes sociais

Uma dica extremamente simples, e que não exige tanto esforço, alias vai rentabilizar o seu tempo e aumentar o alcance das suas publicações. Então melhor que divulgar em uma rede social de sucesso é propagar por várias outras redes sociais.
Para isso, basta aceder à área de opções do aplicativo, escolher “contas vinculadas” em Configurações e selecionar as redes sociais da sua preferência.
Pode ainda, compartilhar as suas fotografias em outras plataformas como Flickr, Tumblr, Swarm, Ameba e outras. Tudo isto com a premissa de “aumentar o alcance das publicações” e obviamente a oportunidade de ser descoberto por outros utilizadores.
Não desespere! A melhor parte está a chegar.

5. Capture fotografias interessantes!

Um outro fator que faz toda a diferença no captar atenção dos utilizadores do Instagram é a qualidade das fotos, conforme já mencionamos em cima nos requisitos mínimos.
Pois, é verdade!
O Instagram sendo uma rede social de sentido visual, não seria de esperar que a qualidade da imagem seja um fator relevante para ganhar seguidores no Instagram.
Não tenha receio de explorar ângulos, em experimentar a iluminação ou evitar captar uma foto pela falta de excelência em determinado momento.
Este pequeno pormenor pode resultar em curtidas e inclusive chamar atenção de quem explora o feed.
Pode também organizar o seu perfil com alguma coerência de cor, tornando a sua galeria de imagens em um padrão de cor sólido conforme os exemplos que se seguem:

https://preview.redd.it/nmijq5h70x731.jpg?width=724&format=pjpg&auto=webp&s=d60a15282bcdba6d8bd341307a40c761ff22e8ff

6. Marque a sua presença nas Redes Sociais

Já pensou o quanto é importante estar presente nas redes sociais? Certamente sabe e por isso leu este artigo até aqui.
Por sabermos que pretende aumentar o seu alcance nas mídias sociais, vamos detalhar ainda mais o artigo a partir daqui… como dissemos na introdução, este artigo “como ganhar seguidores no Instagram” tem informações que ninguém vai compartilhar.
Tudo isto é resultado de muita pesquisa, sobretudo experimentos e claro, muita vontade em compartilhar conhecimento.
Voltando ao tópico…
A sua presença nas redes sociais é importante para manter os utilizadores e seguidores interessados no conteúdo que publica. No entanto, não adianta ter o perfil mais bonito, ter bons comentários, muitos gostos e só abrir a rede social uma vez por semana.
A razão é simples… agora tudo funciona lindamente, mas vai cair a dado momento, a taxa de engajamento tem de ser cuidada, deve-se relacionar, criar empatia, resumidamente – estar presente!

7. Aprenda com a concorrência

Conhece aquela sensação de quando visualiza uma publicação de excelente resultado e você acha que podia ter feito melhor?
É isso mesmo! Aprender com os erros dos outros é uma excelente estratégia de como ganhar seguidores no Instagram, e assim poder aplicar uma nova abordagem no mesmo contexto obtendo melhores resultados.
Não poupe nas curtidas nas imagens de outros utilizadores, comente sempre que tenha um serviço ou produto relevante, partilhe o seu conteúdo de forma contextualizada e fundamentalmente mantenha um bom ritmo.
De igual modo, também pode compartilhar imagens de outros perfis do seu nicho que sejam autoridade. Esta ação pode criar uma oportunidade de empatia, nunca se sabe…

8. Crie constantemente o engajamento

As suas imagens não vão receber comentários ou gostos se evitar tomar iniciativa.
Dito isto, tome iniciativa e estimule a vontade dos utilizadores. Goste, comente e identifique as imagens que encontrar.
Dê preferência às publicações que se relacionem com o seu nicho, esta é uma boa alternativa para criar empatia com alguns usuários do Instagram. Conforme em suma é importante perder tempo a comentar para que os outros utilizadores também lhe deem valor.

9. Varie no conteúdo

Variar o conteúdo é uma excelente adição ao seu perfil, experimente outros formatos de publicação, tem como alternativa o vídeo que possui a mais alta taxa de interação, três vezes mais que as imagens de alta qualidade.
https://www.instagram.com/p/BuM7Gn-HOSe/?utm\_source=ig\_web\_button\_share\_sheet
Resumindo, capriche nas publicações e vai certamente ganhar seguidores e ter um perfil de sucesso.
A falar de sucesso vou partilhar alguns bons exemplos agora de seguida.

Quem tem mais seguidores no Instagram

Pois, não podíamos escrever um artigo sobre ganhar seguidores no Instagram sem mencionar quem tem mais seguidores nesta rede social.
Neste top vai encontrar perfis de Portugal e Brasil.
Este é o top de quem tem mais seguidores no Instagram, sabia que se possuir uma boa quantidade de seguidores pode ganhar dinheiro com isso?
Só para ter uma ideia, o Cristiano Ronaldo, por exemplo, ganha 1.5 milhão de euros por uma publicação patrocinada.
Pois, é assim nada fácil… mas dá para entender o conceito! Por alguma razão quer ganhar seguidores no Instagram, e encontrou este artigo.
Pode acreditar que estamos juntos nesta jornada!
Está a chegar mais umas dicas bombásticas.
Seja persistente!

Comprar seguidores Instagram

Acreditamos que o seu conteúdo até é excelente, mas o seu perfil estagnou! Consegue imaginar que resultados teria se a sua conta tivesse 10 mil ou 20 mil seguidores?
Se o seu objetivo é ganhar dinheiro com o Instagram ou ser reconhecido nas redes sociais, pode parecer uma tentação comprar seguidores.
Pois bem, existe uma infinidade de serviços disponíveis na Internet que concedem a aquisição de seguidores pelo preço de um café expresso.
Vamos refletir um pouco… ninguém é assim tão inculto.
Obviamente as marcas conseguem facilmente perceber se o seu perfil é manipulado. Ou seja, se pretende ganhar dinheiro com o Instagram tem de optar por ganhar esses seguidores como se fosse um Expert na matéria, através da premissa “engajamento”.
Por essa razão, vamos responder a todas as dúvidas que nos têm colocado sobre comprar seguidores do Instagram, proporcionando-lhe uma reflexão sólida sobre o que é melhor para si, e não estamos a desaconselhar a utilizar alguma ferramenta, até pode utilizar, mas com sabedoria!
Leia com atenção.

Posso comprar seguidores do Instagram?

Com certeza, pode comprar seguidores do Instagram. Com uma rápida consulta no Google e vai encontrar imensos pacotes, extremamente baratos.
De salientar que grande parte desses seguidores são bots ou contas inativas, isto significa que nunca vai criar empatia com as suas publicações, pois… se leu o artigo em cima, isto não será muito vantajoso.
Alguns desses pacotes estão disponíveis entre € 5,35 ($6 USD) a €8,92 ($10 USD) para ganhar de 500 a 1.000 seguidores. Vale a pena referir novamente, quando está a comprar esse tipo de seguidores está a pagar por um número no seu perfil, apenas isso.
Agora sim, vem a opção que achamos mais eficaz e muitas das celebridades utilizam.
Sim leu bem!
Já lhe deve ter acontecido alguma celebridade ou autoridade do seu nicho seguir o seu perfil e após uns dias deixou… pois… é exatamente uma das funcionalidades do aplicativo que vamos descrever agora.
Pode pagar por serviços onde escolhe estrategicamente as contas que são mais indicadas para criar empatia com os seus seguidores, isto através de uma filtragem de preferências (hashtag, localização e tipo de conta).
Sem dúvida, é a forma mais inteligente de ganhar seguidores no Instagram.
Ao utilizar esta opção, os seguidores que vai adquirir são pessoas reiais e geralmente ficam engajados, já fizemos o experimento e obtivemos excelentes resultados, alias… até recomendamos este tipo de serviço porque de facto é surpreendente.
Bom, retornando ao tema, se a sua prioridade é somente ter uma enorme quantidade de seguidores opte por comprar seguidores, se procura aumentar o engajamento do seu perfil e ganhar seguidores do Instagram de forma gradual, opte pela última opção.
A razão é simples, você iria seguir um perfil onde visse que tinha 20 mil seguidores e nas publicações 20 gostos e 0 comentários?
Pois… não demonstra credibilidade nenhuma e claramente não vai ganhar dinheiro pelo Instagram, as marcas percebem de imediato que não vão obter o retorno de investimento através da sua conta.
Opte por contratar um serviço de gestão de contas do Instagram. Assim, é lhe garantido uma performance real no seu perfil.
Assim sendo, nada como contratar o melhor serviço de gestão de redes sociais em Portugal e Brasil, a Agência especializada em Marketing Digital – Convergente.
Trabalhamos desde a criação de conta à sua gestão, peça um orçamento sem compromisso!

Conclusão

Conclusão, com este artigo já sabe como criar uma conta de Instagram de sucesso com uma legião de fãs.
Deixando aqui algumas notas, não se esqueça que o mais importante é interagir com os seguidores. Dê valor ao tempo que eles têm em gostar, comentar e sobretudo seguir o seu trabalho e seja consistente na mensagem que quer passar.
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2019.06.17 06:47 NaoMeLevemASerio Biólogo levado à justiça por ter relacionado gays à pedofilia

O biólogo evolucionista Ulrich Kutschera está enfrentando a justiça alemã por causa das observações que ele fez cientificamente ligando a homossexualidade à pedofilia.

Na quarta-feira, Kutschera apareceu no tribunal distrital de Kassel por causa de seus comentários sobre os homossexuais. A promotoria acusou o professor universitário, entre outras coisas, de insulto e difamação.

O pano de fundo para o processo judicial é uma entrevista por Kutschera com o portal de notícias kath.net a partir de 2017. Na entrevista, o cientista observou que os homossexuais tinham uma propensão para a pedofilia.

Questionado sobre os direitos de adoção de casais do mesmo sexo após a introdução do chamado casamento para todos, ele disse: “Se a lei de adoção para associações eróticas entre homens ou mulheres e mulheres vier, vejo pedofilia e crianças severas patrocinadas pelo Estado. abuso vindo em nossa direção. ”

Kutschera interpretou qualquer "sexualização precoce não natural" na entrevista como "estupro mental". Ele também descreveu crianças de casais de lésbicas concebidas por inseminação artificial como “produtos de fertilização insignificantes”.

Kutscherea justificou suas declarações ao portal com descobertas científicas em biologia evolutiva. "Ao longo da evolução do mamute, mais de 150 milhões de anos, o vínculo mãe-filho emergiu como o elo mais forte de todos os tempos."

As crianças precisam de seus pais biológicos, de acordo com Kutschera. Ele acrescentou: "Se uma criança é privada de uma mãe, isso é uma violação do direito humano mais elementar que já existiu." Homo-casais são "duetos eróticos sem potencial reprodutivo", disse o professor de biologia.

No primeiro dia do julgamento, na quarta-feira, Kutschera renunciou a fazer uma declaração pessoal e, em vez disso, leu várias definições bio-científicas, informou a agência de notícias DPA.

Vários homossexuais e estudantes representantes da Universidade de Kassel apresentaram uma queixa contra o cientista. Além disso, seu advogado solicitou que o livro de Kutschera “The Gender Paradox” fosse admitido como prova no julgamento.

"Somente após a introdução do livro que se tornará evidente que as declarações são baseadas em conhecimentos biológicos", explicou seu advogado.

Além disso, a defesa apresentou 13 pedidos adicionais de provas. Com base em médicos e pesquisadores, sua equipe jurídica quer provar que as declarações feitas por Kutschera foram baseadas em descobertas científicas e não representam insultos contra os homossexuais.

Outra data de julgamento para os 64 anos ainda está pendente.

Kutschera descreve a si mesmo como um pesquisador evolucionário ateísta, cujas declarações foram baseadas em fatos bio-científicos. "Esta agenda naturalista anti-gênero não tem nada a ver com política ou religião."

Sua mensagem básica é que as crianças precisam de seus pais biológicos para desenvolver-se otimamente. Para ele, o bem-estar dos filhos deve vir primeiro. O "egoísmo dos pais", diz o professor de biologia "não pode ​​dominar". Ele diz que se refere à adoção de filhos por casais do mesmo sexo ou a inseminação artificial de mulheres em relacionamentos lésbicos com espermatozóides de doadores.

De acordo com Kutschera, existe apenas uma noção de sexo biologicamente geneticamente predisposto, mas não um “gênero psicossocial” mutável, como propagado na “ideologia de gênero”.

Segundo ele, os homossexuais - mesmo com uma “polaridade invertida” - não podem ser transformados em cidadãos heteronormais. Ele explicou que em casais exclusivamente masculinos com uma ligação genética ausente, há uma falta de “repulsa ao incesto” instintiva entre a criança adotada e o casal masculino.

Ele enfatizou porque a proteção do casamento tradicional era importante do ponto de vista da biologia: “A população alemã religiosamente e culturalmente relativamente homogênea que vive em território alemão é uma associação de pessoas que deixam descendentes. A tarefa mais importante dos líderes é manter a população que lhes é confiada. Portanto, o casamento entre um homem (produtor de esperma) e uma mulher (fornecedor de óvulos com capacidade para engravidar) está sob proteção especial pela Lei Básica. ”

Se o estado estende privilégios a casais homossexuais estéreis, a pensão dessas pessoas deve ser paga pelos filhos de frutíferos casamentos entre marido e mulher, e para Kutschera isso é “uma injustiça de primeira ordem”. Ele concluiu que os alemães hoje não têm coragem moral para se manifestar contra isso.

No mês passado, o grupo parlamentar da AFD no Parlamento do Estado de Schleswig-Holstein convidou o cientista para falar no Kieler Landeshaus. O evento é intitulado "Man = Woman? Até onde vai a ilusão de gênero? ”.

Nas redes sociais, a AfD anunciou o evento afirmando que: “Você sabia que, em média, 95% de todas as pessoas são heterossexuais?” Mas, o partido reclamou que a ONU e a UE estavam avançando com a “ideologia destrutiva” de “Gender mainstreaming”.

Ativistas LGBTI expressaram fortes críticas contra sua aparência: "Schleswig-Holstein se une contra ataques baratos contra minorias".

Kutschera também tem sido repetidamente criticado por políticos de seu estado natal em Hesse, especialmente da CDU, por causa de suas declarações "discriminatórias".

Ele faz parte do Conselho de Administração da Fundação Desiderius Erasmus, relacionada à AfD.
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2018.12.02 16:21 Acujl Como ser anónimo na Internet – [TUTORIAL COMPLETO]

Antes de mais, não sou um especialista, apenas alguém interessado em segurança e comunicação e este tutorial é apenas direccionado à educação :D

1) HTTPS ou TOR?

1.1) Intrudução

Ao navegarmos a Internet convencional ou a “surface web” usamos protocolos. Tudo começou com o HTTP (HyperText Transfer Protocol), foi um dos primeiros protocolos quando tentamos aceder a um site mas é bastante fácil para um “hacker” ver o que fazemos e por onde navegamos isto porque não há qualquer tipo de encriptação entre o servidor web e a vossa máquina ou seja, basta alguém estar estar na mesma rede do que vocês, por exemplo a mesma rede wifi, e executar um MITM (man in the midle atack). Onde o hacker redireciona o tráfego da máquina alvo para o seu servidor e ele literalmente lê os pacotes de dados (informação trocada ou seja, passwords, utilizadores, etc) com um simples “sniff” no wireshark (programa que nos permite ver pacotes de dados (TPC, UDP, etc)). Forma bastante eficaz de roubar informações a alguém em servidores desprotegidos.
Felizmente e a nosso favor a maioria dos sites hoje em dia usa HTTPS (HTTP + SSL), muitas pessoas convencionam o “S” no final do HTTPS como “secure”, daí o cadeado verde que vemos quando acedemos a esses websites.
O processo (SSL) começa quando nos tentamos conectar a um site e ele manda-nos uma cópia do seu certificado SSL (Chave pública), o navegador verifica se o certificado está expirado, em vigor, valido, etc (uma grande treta de acreditação). Se o navegador confiar no certificado, ele cria e envia de volta uma chave de sessão simétrica utilizando a chave pública do servidor. O servidor da decrypt da chave de sessão simétrica usando a sua chave privada e envia de volta uma confirmação criptografada com a chave de sessão para iniciar a sessão segura e agora o servidor e o navegador comunicam com, supostamente, segurança. São assim realizados os primeiros momentos de conexão quando acedemos a um website com HTTPS.
P.S: Pensem em chaves publica como algo que transforma x em alguma coisa que só pode ser aberto com a chave privada, y. Mais sobre isso a frente.

1.2) Se HTTPS é assim tão seguro, porque usar tor?

Bom, mesmo com esse tipo de segurança há várias formas de ver ou atacar alguém. Sempre podemos fazer phishing, ainda usar MITM (fazermo-nos passar por o servidor verdadeiro, é difícil AF mas possível) entre muitas outras coisas..
Com o Tor deixamos de ter esses problemas. Mais ou menos.

1.3) Mas o que é Tor?

Tor é uma comunidade, uma rede de computadores muitas vezes referida como Dark Web ou Deep Web.
A rede Tor dá-nos um nível de segurança com 128-bit AES (Advanced Encryption Standard) end-to-end (De computadores para computadores, não da nossa máquina até ao website). No final das contas é uma rede que sobrepõe “IP’S” em várias camadas e deve ser tratada como tal.
O melhor é usar HTTPS e Onions (Tor), HTTPS protege os nossos dados a nível de navegadores (nós)<=>(WEBSITE) e a rede Onion reforça o anonimato com “loops” pela internet de modo a escondemos a nossa identidade (IP). Mas esse nível de segurança depende do próprio website/servidor com que estamos a tentar comunicar. Para os nerds que desconheciam esta tecnologia, aqui têm um “Let’s Encrypt” para onions (here)
A rede tor funciona a partir de nodes, qualquer um pode fazer um relay, node de saida, etc. Uma autentica rede de computadores que comunicam entre si anonimamente.

1.3.1) Um aparte do funcionamento dos nodes…

Utilizando este modelo de 3 ou mais nodes fica mais difícil, mas não impossível de correlacionar o vosso pedido inicial com o vosso IP original. Também queria frisar que a maior parte destes nodes são universidades (fun fact)
O problema vem quando escrevemos “plain text” num site que acessamos via Tor, imaginemos que o meu exit node é o FBI ou a NSA. Se tivermos introduzido dados sensíveis apenas rezem que quem estiver a manteoperacional o exit node não tenha poder computacional suficiente para desencriptar a vossa ligação.

1.4) Let’s get REAL

Depois disto não parece nada seguro usar tor né? O bom é que é praticamente e impossível quebrar 128-bit AES. Toda a rede de bitcoin (hash rate atual é de 60M) demoraria 2.158 x 10^12 anos para quebrar 1 só chave. E para além do mais, sempre podemos configurar os nossos nodes, mais aqui.
Apenas não coloquem nada que não gostariam que se tornasse publico pois a segurança nunca é garantida! O que é (praticamente) garantido é o anonimato com o tor :)(Eu diria até que o vosso anonimato é garantido, todos os websites na deepweb que foram fechados até o dia de hoje por exemplo, não teve nada a ver com uma falha na rede tor mas sim foi um descuido dos administradores)
E para comunicação na web (chat) usem sempre PGP (Pretty Good Privacy), vamos falar mais a frente.

2) Que sistema operativo usar / Como Operar

Pretty bit topic here..

2.1) Sistemas Operativos

Querem anonimato? Usem um sistema operativo ao vivo (Live Operating System / Live CD). É um sistema operativo contido num dispositivo de armazenamento móvel, podem usar em qualquer lado com um computador (motherboard não desbloqueada) não deixando qualquer rasto no pc da sua existência (kinda, mais a frente).Caso não queiram ser tão hardcores sempre podem usar linux muito bom também, updates constantes da comunidade ;)Para o típico utilizador windows.. sabiam que o windows envia tudo o que vocês escrevem e falam para a Microsoft? Aqui têm tools que removem a telemetria and stuff (here)
Se são uns completos noobs e nunca instalaram nenhum OS (operating system) podem usar uma coisa chamada Virtual Box que emula um sistema operativo dentro de outro. Pesquisem.

Recomendo o uso do Tails (Live), Link here.

P.S: No que toca à Apple não tenho experiência portanto, não comento.P.S2: Dêm uma vista de olhos no “qubes”, sistema operativo hardcore para segurança.

2.2) PGP, Como Operar & Related

2.2.1) Mini Introdução

Temos de assumir sempre o pior, qualquer agência de inteligência ou governamental interceptou e desencriptou os nossos dados. O que eles podem usar contra nós?
Temos sempre de agiter o cuidado de nunca compartilhar dados pessoais, NUNCA. Ter uma boa password sem nada que nos identifique (Tenho uma boa password?) e diferentes passwords e entidades para cada serviço/website que usemos. Lembrem-se, basta “deslizar-mos” uma vez e somos comprometidos. Caso usem o mesmo utilizadopass qualquer organização/pessoa com intenções pode “ligar os pontos” e identificar-te.

2.2.1) PGP (Pretty Good Privacy)

Outro passo que devem tomar é comunicar apenas usando PGP. Lembram-se das chaves publico e privadas? Vou salientar novamente esse tópico.Tomem em conta que nem sempre é possível comunicar com PGP, quando estamos a preencher informação num website ou wtv essa informação pode estar comprometida.
Side Note: Há uns open sorce code para usar o Proton Mail com PGP com alguma facilidade, pesquisem nerds.

O processo PGP:

GUARDEM BEM A VOSSA CHAVE PRIVADA, GUARDEM NUM LOCAL OFF-GRID, fisicamente escondida. Caso comprometida, fudeu. E já agora, se a perderem não há nenhuma forma de a recuperar.
No tails a área onde podem mexer com o PGP fica no canto superior direito, uma que parece uma prancheta, vão a “manage keys”.
Por exemplo, uma das razões que o Silk Road falhou foi que Ross (um dos administradores) nem sempre comunicava através de encriptação PGP e depois de ser apanhado (meteu informações pessoais na net no inicio da sua jornada) as autoridades tiveram acesso a tudo o que não estava encriptado.
Sugiro sempre que guardem as suas chaves privadas num cartão SD ou melhor num microSD para que se um dia forem apanhados e alguém for-vos bater à porta podem simplesmente parti lo e os vossos dados ficam seguros x)

2.2.2) Tails e resíduos

(assumindo que têm o tails a funfar..)
Tails é um excelente sistema operativo para privacidade, quando ligado e “bootado” no PC ele cria um drive virtual e quando é fechado tal é apagado, mas não permanentemente.
Como deve ser conhecimento geral, armazenamento na memória de um computador (no seu disco rígido) funciona a base de 0’s e 1’s. Vamos supor que crio uma pasta chamada “teste”. O disco rígido será desempenhado de designar os respetivos 0’s e 1’s a uma secção do disco e saber onde está tal secção.
Temos 2 dados importantes aqui, os dados da pasta “teste” (0’s e 1’s) e a sua localização na respectiva secção do disco, chamam-se “pointers”. Pointers apontam o local do disco onde estão armazenados os dados (0’s e 1’s).Quando apagamos algo (tradicionalmente) apenas apagamos os pointers e os 0’s e 1’s anteriormente designados à pasta teste estarão agora labled como livres, esperando serem rescritos por novos 0’s e 1’s de novos dados. Espero ter sido claro.
Portanto, alguém com habilidades pode pesquisar no disco 0 e 1’s designados como “espaço livre” que, organizados “façam sentido” e recuperar os nossos dados privados.
Temos 2 opções:

2.2.3) Encriptação do disco inteiro & destruição segura de ficheiros & RAM

No que toca a encriptação do disco tails tem uma funcionalidade incorporada chamada FDE (Full Disk Encryption) ou seja, formata-vos a pen (ou o quer que seja que estão a usar) e rescreve-a com o seu conteúdo encriptado sendo apenas possível ganhar-lhe acesso com uma palavra-passe. E como sempre, guardem a password num local seguro ou memorizem-na.
Tutorial de como encriptar o disco (here)
E no que toca a destruição segura dos ficheiros há vários programas para o fazer, apenas recomendo que o faças no mínimo 3x (para garantir aleatoriedade). Duck it.
Mesmo com o disco encriptado e os dados limpados ainda podemos extrair-te informações pela tua RAM 📷
Chamam-se de “Cold Boot” esses tipos de ataques.

Primeiro, RAM (random acess memory), quesamerda?

RAM é o local onde o computador armazena dados que apenas são necessários temporariamente e isso acontece milhões de vezes por segundo. Pensem na RAM como uma memoria onde pode ser escrita e rescrita os 0’s e 1’s extremamente rapido.
Imaginemos que estão a trabalhar num documento de texto, enquanto trabalham tal está a ser guardado na RAM (armazenamento de curto prazo) até que clicam em salvar e o documento é armazenado no disco rígido em si (armazenamento de longo prazo).
Nesse período de tempo os dados são armazenados na RAM sem qualquer tipo de encriptação. Quando desligamos o computador normalmente ele passa por um ciclo onde limpa os dados armazenados na RAM mas se ele perder energia abruptamente os dados ficam “leaked” na RAM e é onde são realizados os Cold Boot Atacks. A única medida que podemos implementar contra este tipos de ataques é usar RAM DDR3 (isto porque ela necessita de eletricidade para manter dados, passado x tempo os dados são apagado) e desligar o PC normalmente, sempre.

2.2.3) Inimigo? Javascript.

Imaginemos que corro servidores maliciosos tendo em conta que tenho uma grande comunidade a alimentar-se dos meus serviços e sou apanhado. O que as autoridades podem fazer para os apanhar?
Um dos métodos mais comuns usado pelas autoridades é injetar javascript ou seja, todos os utilizadores iriam acessar uma página web alterada que tinha como intenção correr javascript que transmitia o IP da pessoa e a sua localização (visto que tal código era apenas descodificado e corrido no pc da pessoa).
Dito isto, aconselho desativarem a execução de javascript nos vossos navegadores (browsers). Tanto no iceweasel (tails) ou no firefox (tor) podemos desativar a execução de javascript com o seguinte procedimento:
(se usam tails, cada vez que o iniciam poderão de ter de fazer isto)

2.2.4) Dados EXIF

Tiramos tantas fotografias com os nossos telemóveis né? Sabiam que provavelmente a vossa localização está incorporada nelas?
Quase todos os formatos de fotos podem ter as cordeadas incorporadas menos o formato .PNG portanto é imperativo para um criador de um website apenas permitir formatos PNG e também para nos porque a nossa informação pode dar “leak” por um erro tão simples como este.
Felizmente o Tails tem uma solução, basta irmos a Applications -> Accessories -> Metadata Anonymisation Toolkit, mais info –> (here)

2.2.5) VPN + TOR = PERFECTION?

Bem, não.
VPN’s não são de confiança. A famosa “HideMyAss” que supostamente tinha uma carrada de implementações de segurança que nem eles próprios conseguiriam ver o que o utilizador fazia abriu a boca quando questionada pelo governo da Inglaterra sobre o caso LulzSec.Mas se tentarem a vossa sorte escolham uma que no mínimo tenha 128 bits ou até mesmo 256 bits de encriptação.
Se querem ainda mais segurança do que já têm, comprem umas raspberryPi, disfarçam-nas e coloquem-nas em um sitio que tenha uma rede Wifi Publica escondidas e com eletricidade, façam uns servidores OpenVPN, uns proxies da treta e GG (Como criar uma rede tor mas caseira). Fiz um tutorial de como fazer uma VPN numa raspberry, depois é só fazer uns loops.
P.S: DNSQueries, não confiem na vossa rede.

2.2.6) Cuidado com downloads

Por vezes numa comunidade da deepweb recebemos PM (private messages) que nos dizem que a nova atualização do tor tem uma falha de segurança e aqui está o link X para dar patch. Treta, nunca confiem e façam sempre o download do website oficial (cuidado com o phishing) mas podemos sempre verificar a autenticidade dos nossos downloads.
Recomendo o uso do GnuPG. Pesquisem, muito importante! Voltamos a usar o nosso amigo PGP ;)
P.S: Não só downloads, também podem assinar mensagens encriptadas (quase como encriptado 2x)

2.2.7) Simples e eficaz, adeus monitorização da treta

Podem-nos identificar de várias maneiras, uma delas é pelos nossos padrões habituais que podem ser usados contra nós em tribunal.
Uma forma fácil de acabar com isso é desabilitar “mostrar o meu status online”, muito comum em fóruns e comunidades.

2.2.8) Usem bridges!

Mesmo com esta segurança quando ligados ao tor o vosso ISP (Internet Service Provider) pode ver que vocês estão a usar o Tor, para tal sempre podemos usar bridges. Lista de bridges (here) captcha é hard mesmo.. (ataques de correlação)
Depois de entrarem vão ter acesso a uma lista de bridges que são publicamente disponiveis pelo Tor, talvez não seja a melhor opção mas sempre tens a opção de mandar diretamente um email para [[email protected]](mailto:[email protected]) com o body da mensagem sendo “get bridges”, infelizmente só funciona para Gmail e Yahoo (anti bots)
Para usa-las no boot do tails aparecem 2 opções: Live e Live (Fail Safe), neste menu cliquem em Tab , Espaço e escrevam “bridge” e depois enter. Modo bridge ativado. Ao entrarem no tails basta adicionar as vossas bridges numa tab que vos vai aparecer neste formato-> IP:PORTA e gg.
Visto que é muito menos provável que o vosso ISP conheça estas ligações. Também podem especificar o pais assim: XXX.XXX.XXX.XXX – COUNTRY: X
De qualquer das formas bridges é um assunto complexo, do your homework. Coisas bonitas para vocês (here)

3) Governo e polícia

3.1) Os seus limites

Bom, não têm, pelo menos os americanos (casos mais conhecidos). Eles chegaram ao ponto de ter uma conta no silk road como vendedores onde seriam vendidas fake ID’S (durante 7 anos), após esse período começaram de apreensões. E no serviço postal dos US, qualquer encomenda “ilegal” não eram apreendida mas sim colocavam-lhe um tracker.
Tenham sempre em mente que se eles vos querem apanhar mesmo, eles farã tudo no seu alcance para vos capturar. Tenham sempre em mente que se vocês estão a fazer qualquer tipo de actividade considerada ilegal têm sempre de ter em conta o pior cenário possível. Vocês até podem ter uns PC’s, uns servidores e algumas skills mas não é nada comparado com o poder deles.
Lembrem-se, basta escorregarem uma vez e acabou, sejam prudentes.

3.2) O que fazer quando se é apanhado

Errar é humano. Provavelmente vamos todos cometer um erro e se o governo achar que somos um peixe suficientemente grande ele vem a trás de nós.
É sempre melhor prevenir do que remediar, temos de ter já um advogado pago 50k + extra (caso sejam ilegais, mesmo.) isto porque o governo pode congelar-nos as contas/apreender o dinheiro.
Sabiam que o silencio é um direito? Mantenham a boca fechada. Eles vão tentar usar todas as táticas para nos fazer admitir que somos culpados dos crimes de que somos acusados.
Provavelmente a primeira coisa que eles vos vão dizer é que nos querem ajudar e estão a trás do maior peixe do cardume, ignorem, treta.
Eles vão dizer “então não queres cooperar? Estava a tentar ajudar-te mas agora só vais dar problemas” ou “Tens alguma noção dos crimes de que és acusado?”. Mais uma vez, mantenham-se calados e continem a pedir por um advogado.
Nunca falem sem o vosso advogado presente e nunca façam nada que não seja exigido legalmente. Vocês têm o DIREITO de estar calados.
Não discutam com os policias sobre se eles têm ou não alguma coisa contra ti, sê chill nesse assunto. Age assustado, ansioso e confuso. Como se não soubesses o que se passa e apenas queres o teu advogado. Diz aos policias: “Vocês estão-me a assustar, apenas quero o meu advogado”… como eu amo engenharia social.
Com o vosso advogado é o basico, sejam honestos com ele e trabalhem como uma equipa. Privilegio Cliente-advogado.

4) Cool Stuff

4.1) TorChat

TorChat funciona da mesma forma que o tor funciona com todas a features que todos gostamos, cria links .onion da mesma forma que o tor mas usa-o para identificar um ID de uma pessoa em particular sendo que esse ID pode comunicar com outros ID.
P.S: Não recomendo, ideia bonita mas não sabemos o nível de anonimato ou as vulnerabilidades que tal implica visto que funciona da mesma forma do que se como tivéssemos criado um HiddenService (um site tor) no nosso PC. Isso pode levar a problemas sérios.
Fica à vossa mercê, de qualquer das formas a sua comunicação eu<=>parceiro teria o mesmo nível de segurança do que o tor.

4.2) Como utilizadores do Tor foram apanhados

https://www.youtube.com/watch?v=7G1LjQSYM5Q

4.3) Email anónimo, História & Tor

https://www.youtube.com/watch?v=_Tj6c2Ikq_E

5) Recomendações

submitted by Acujl to chapeubranco [link] [comments]


2018.09.03 22:58 Temper- Você vive bem?

Ando pensando nisso há um tempo, mas não tenho ninguém interessado o suficiente para compartilhar, então venho aqui.

A pergunta é simples: Você vive bem? Pergunto isso porque ando pensando no meu futuro, e meu futuro parece impossível. Não digo no sentido de cometer suicídio, digo no sentido financeiro. Sou formado em comunicação, e exerço minha função na area, mas ganho tão pouco que me dá desânimo só de lembrar.

Uma pequena introdução antes: Moro em São José dos Campos - SP. Para quem não conhece, não é uma pequena cidade do interior. SJC possui em média 800.000 habitantes, 3 grandes shoppings espalhados pela cidade, que é muito bem desenvolvida.

Vou ser direto, falar de valores para que fique bem compreensível. Meu primeiro contato na area foi em um estágio em uma clínica médica. Eu ganhava bem, cerca de R$920,00, parece compreensível para um estágio de 6 horas seg/sex. Mas o estágio acabou porque me formei, e então procurei por empregos em horário integral, e aí que vi como a situação é ruim. Depois disso, procurei diversas agências de publicidade, e todas oferecem condições de trabalho horríveis. Lembro de uma que pagava R$800,00 de segunda a sábado, não dava dinheiro de hora extra e o melhor: não dava um notebook para você trabalhar (o emprego era para designer). Mesmo assim eu comprei um e quando cheguei no primeiro dia do trabalho, o gerente lá que me entrevistou chegou e disse: "Então cara, não vai dar pra te contratar, perdemos 10 clientes hoje. Desculpa, mas se aparecer outra vaga eu te aviso."


Nisso, de tantos empregos ruins, acabei aceitando um que era o menos pior: Eu ganhava cerca de R$1.100,00 para 6 horas de seg/sex, que também não pagava hora extra (e como eles abusaram disso...... em menos de 6 meses, eu tinha mais de 12 dias de hora extra). Será essa area de comunicação que tá uma merda ou outros setores também estão péssimos?

Esse problema de trabalhos poderia ser só comigo, mas aí que eu comecei a perguntar para todos os meus conhecidos, e coincidentemente NENHUM deles está numa situação financeira boa. A minha sorte é que meus familiares estão em uma ótima situação financeira, me ajudam com muita coisa para que eu consiga morar sozinho. Se não fossem eles, eu nunca teria saído de casa.

Temos em média 23 anos, somos jovens, mas pode existir um problema nisso e eu sou muito preocupado com meu futuro. Como que pessoas na minha idade vão conseguir investir em conhecimento, comprar casas, carros, dar uma vida boa para seus filhos se ninguém tá conseguindo ganhar dinheiro aqui? As imobiliárias, bancos, e concessionárias serão as mesmas daqui 10 anos? Isso me deu ansiedade só de escrever agora. Alguém mais velho pode confirmar se a situação melhora conforme sua idade ou estamos todos ferrados mesmo?




TL;DR: Você vive bem? Você conseguirá comprar casa, carro, e dar uma educação boa para seus filhos com o seu emprego? Como será o futuro financeiro? Porque eu e todas as pessoas que conheço da minha idade estão quebradas, todo mundo ganha em torno de R$1.500,00, não existe possibilidade de fazer essas compras sem se meter em tremendas dívidas, coisa que ninguém está disposto a fazer.









submitted by Temper- to brasil [link] [comments]


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